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PRESIDENTE DO CPC/RN TENTARÁ CONCLUIR DOCUMENTÁRIO SOBRE PRÉDIOS ANTIGOS DAS CAPITAIS DO NORDESTE AINDA ESSE MÊS!

Fotos: Google CENTRO POTIGUAR DE CULTURA - CPC/RN Eduardo Vasconcelos, presidente do Centro Potiguar de Cultura - CPC/RN, t...

sábado, 7 de outubro de 2017

PRESIDENTE DO CPC/RN PRESENTE A NOITE CULTURAL 2017 PROMOVIDO PELA COMUNIDADE QUILOMBOLA BOA VISTA DOS NEGROS - PARELHAS/RN

 Na Noite Cultural 2017 da Comunidade Quilombola BOA VISTA DOS NEGROS, Prefeito Alexandre Petronilo recebo das mãos do Eduardo Vasconcelos - CPC/RN o Diploma de Honra ao Mérito
 Várias apresentações culturais! Foi SHOW

 Canindé, coordenador de cultura de Parelhas recebe das mãos de Preta o Prêmio de Participação, juntamente com o vereador, FRANK
Outra maravilhosa apresentação cultural
Eduardo Vasconcelos - CPC/RN recebe das mãos de Preta o Prêmio de Participação da Noite cultural 2017, promovido pela Comunidade Quilombola "BOA VISTA DOS NEGROS" - Parelhas/RN

A Comunidade Quilombola "BOA VISTA DOS NEGROS", promoveu hoje (7) uma linda festa, denominada de NOITE CULTURAL 2017, com as presenças de autoridades local, como o Prefeito de Parelha,  Alexandre Petronilo, entre outros.

Foram várias apresentações culturais de várias modalidades de danças com musicas variadas, como forró, reggae, orquestras, danças e muito mais. Mas antes de tudo isso foi celebrada uma missa em graças a festividade da comunidade.

Essa foi uma oportunidade para que o presidente do CPC/RN, Eduardo Vasconcelos quebrasse o protocolo e homenageasse o prefeito de Parelhas, ALEXANDRE PETRONILO com o diploma de Honra ao Mérito, que inclusive era para ter sido entregue no último 22 de setembro no IFRN da Cidade Alta, promovido pelo CPC/RN, mas por motivos maiores o prefeito não pode participar.

Luiz Gama, o poeta abolicionista baiano


Luiz Gonzaga Pinto da Gama nasceu no dia 21 de junho de 1830, no estado da Bahia. Era filho de um fidalgo português e de Luiza Mahin, negra livre que participou de diversas insurreições de escravos.

A POESIA LIBERTÁRIA ...

A poesia de Luiz Gama se destaca por ir de contra o lirismo abordado na época em que viveu e principalmente pela forma ao qual o poeta de maneira satírica transplantava qualificativamente seu ideal a favor da cultura negra e da defesa desta identidade. Em 1859, quando trabalhava na Secretária de Policia, publicou pela tipografia Dois de Dezembro, de São Paulo, suas sátiras com o pseudônimo de Getulino. Seu livro, Primeira trovas burlescas, foi publicado em 1859, livro este que possui por assim dizer, um dos seus mais conhecidos poemas denominado “Quem sou eu?” popularmente chamado de “Bodarrada”, nome este que vem da palavra “bode” que na gíria da época significava mulato, negro. Nesta parte grandiosa do poema vemos uma critica consciente e não elitizada, nos versos:
“[...]Eu bem sei que sou qual grilo  
De maçante e mau estilo;
E que os homens poderosos
Desta arenga receosos
Hão de chamar-me — tarelo,
Bode, negro, Mongibelo;
Porém eu que não me abalo,
Vou tangendo o meu badalo
Com repique impertinente,
Pondo a trote muita gente.
Se negro sou, ou sou bode
Pouco importa. O que isto pode?
Bodes há de toda a casta,
Pois que a espécie é muito vasta.
Há cinzentos, há rajados,
Baios, pampas e malhados,
Bodes negros, bodes brancos,
E, sejamos todos francos,
Uns plebeus, e outros nobres,
Bodes ricos, bodes pobres,
Bodes sábios, importantes,
E também alguns tratantes
Aqui, nesta boa terra
Marram todos, tudo berra;
Nobres Condes e Duquesas,
Ricas Damas e Marquesas,
Deputados, senadores,
Gentis-homens, veadores;
Belas Damas emproadas,
De nobreza empatufadas;
 Repimpados principotes,Orgulhosos fidalgotes,
Frades, Bispos, Cardeais,
Fanfarrões imperiais,
Gentes pobres, nobres gentes                                  
Em todos há meus parentes.
Entre a brava militança
Fulge e brilha alta bodança;              
Guardas, Cabos, Furriéis,
Brigadeiros, Coronéis,
Destemidos Marechais,
Rutilantes Generais,
Capitães-de-mar-e-guerra,
— Tudo marra, tudo berra —     
Na suprema eternidade,
Onde habita a Divindade,
Bodes há santificados,
Que por nós são adorados.
Entre o coro dos Anjinhos
Também há muitos bodinhos...[...]”

Luiz Gama foi um dos maiores líderes abolicionistas do Brasil. Sempre esteve engajado nos movimentos contra a escravidão e a favor da liberdade dos negros. Em 1869, fundou com Rui Barbosa o Jornal Radical Paulistano. Em 1880 foi líder da Mocidade Abolicionista e Republicana. Devido a sua luta a favor da libertação dos escravos era hostilizado pelo Partido Conservador e chegou a ser demitido do cargo de amanuense por motivos políticos.

Nos Tribunais, usando de sua oratória impecável e seus conhecimentos jurídicos, conseguiu libertar mais de 500 escravos, algumas estimativas falam em 1000 escravos. As causas eram diversas, muitas envolviam negros que podiam pagar cartas de alforria, mas eram impedidos pelos seus senhores de serem libertos, ou que haviam entrado no território nacional após a proibição do tráfico negreiro em 1850. Luiz Gama também ganhou notoriedade por defender que ao matar seu senhor, o escravo agia em legítima defesa.

Faleceu em 24 de agosto de 1882 e foi sepultado no Cemitério da Consolação, na presença de 3.000 pessoas numa São Paulo de 40.000 habitantes. O poeta Raul Pompéia (1863-1895) imortalizou Luiz 
Gama e seus feitos escrevendo na ocasião:" (...) não sei que grandeza admirava naquele advogado, a receber constantemente em casa um mundo de gente faminta de liberdade, uns escravos humildes, esfarrapados, implorando libertação, como quem pede esmola; outros mostrando as mãos inflamadas 
e sangrentas das pancadas que lhes dera um bárbaro senhor; outros... inúmeros. E Luís Gama os recebia a todos com a sua aspereza afável e atraente; e a todos satisfazia, praticando as mas angélicas ações, por entre uma saraivada de grossas pilhérias de velho sargento. Toda essa clientela miserável saía satisfeita, levando este uma consolação, aquele uma promessa, outro a liberdade, alguns um conselho fortificante. E Luís Gama fazia tudo: libertava, consolava, dava conselhos, demandava, sacrificava-se, lutava, exauria-se no próprio ardor, como uma candeia ilumi nando à custa da própria vida as trevas do desespero daquele povo de infelizes, sem auferir uma sobra de lucro...E, por essa filosofia, empenhava-se de corpo e alma, fazia-se matar pelo bom...Pobre, muito pobre, deixava para os outros tudo o que lhe vinha das mãos de algum cliente mais abastado."

Um afro abraço.
Claudia Vitalino.

Fonte:https://pt.wikipedia.org/wiki/institutoluizgama.org.br/

A defesa dos museus passa por sua democratização radical

Impossibilitados de criticar os governos no poder, porque são seus aliados, grupos de direita optaram recentemente por mudar a pauta do debate, da “política” para a “cultura”. As aspas em “política” e “cultura” se justificam porque estes grupos nunca debatem o tema em si, mas o usam de trampolim para atacar adversários e aumentar o número de seus seguidores. Leia mais na coluna de Tomaz Amorim
Por Tomaz Amorim*
Qualquer um que siga a movimentação política dos últimos quatro anos no Brasil entende que não há “debate sobre arte” em andamento, mas simplesmente uma troca de pautas. Sem PT no governo ou grande movimento social organizado para culpabilizar pelo péssimo estado político e econômico do país, grupos de extrema direita precisam inventar e requentar pautas para não desaparecerem do feed de notícias de seus leitores. Impossibilitados de criticar os governos no poder, porque são seus aliados, optaram recentemente por mudar a pauta do debate, da “política” para a “cultura”. As aspas em “política” e “cultura” se justificam porque estes grupos nunca debatem o tema em si, mas o usam de trampolim para atacar adversários e aumentar o número de seus seguidores. Se não fosse assim, o debate sério sobre “pedofilia”, por exemplo, estaria focado na casa familiar, lugar em que a maior parte dos abusos acontece, ou nas igrejas, ou nas beiras de estrada, ou nos hotéis de turismo sexual, e não em um espaço público, visível a todos e controlado por câmeras como são os museus que estão sendo atacados neste momento. Se estivessem interessados em debater cultura nos museus, eles participariam de seus conselhos, da luta por mais financiamento público para a diversidade cultural e dos esforços por sua democratização. Nem um, nem outro. Seus esforços se reduzem ao fechamento dos museus e aniquilação dos “adversários”.
Quando se coloca publicamente uma falsa polêmica como esta, que flutua tão inconsistentemente – uma hora é contra a “zoofilia”, em outra é “defesa das crianças contra pedofilia”, em outra é crítica sobre “o que é ou não arte”, em outras é uso apropriado de recursos da “lei Rouanet” – aqueles interessados no debate sério têm de fazer uma escolha estratégica: ou escolhem não cair no falso debate, evitando assim promover seus promotores e legitimar seus falsos pressupostos, na esperança de que, com o tempo, a própria contradição se dissipará; ou, assumindo que a falácia sem resposta está produzindo riscos graves e reais, escolhem intervir, buscando desmistificar a retórica em prol de uma posição legítima, com fundamentação factual e histórica, aproveitando a oportunidade para levantar questões relevantes sobre o “assunto”. As notícias de funcionários de museus agredidos, artistas perseguidos e abaixo-assinados pedindo o fechamento de museus apontam para a segunda conjuntura e o que aqui se faz é uma tentativa rápida de expor pressupostos e apontar uma solução a longo prazo para o que há de verdadeiro nesta crise.
É interessante notar, inclusive como sintoma estético-político da época, como os argumentos de ataque e defesa dos museus ironicamente têm vindo invertidos das posições mais históricas no espectro político. A direita “liberal” pede um controle do conteúdo das obras que leve em consideração seu interesse social, no melhor estilo da censura estatal. A esquerda “comunitária”, por sua vez, defende sua liberdade individual de fruição e de exposição dos seus filhos ao que acharem mais apropriado, no estilo liberdade do consumidor. A relação histórica com a população também se inverte: a direita reivindica o lado “popular” do debate, se colocando como voz das massas indignadas, em um clamor abertamente populista. A esquerda, por outro lado, parte em defesa das instituições e da tradição artística ameaçadas por um bando de “desinformados”, em uma postura difícil de não soar como elitista.
A luta política conhece nos exemplos comuns e tenebrosos do começo do século XX o ataque à autonomia intelectual e artística como primeiros sinais da ascensão de governos totalitários, à esquerda e à direita. A universidade pública e os museus costumam ser os primeiros espaços de resistência a serem fechados ou “normalizados”. No Brasil, não foi e não é diferente. A diferença daqui é que o chamado pela resistência, pela defesa destas instituições se choca com o elitismo estrutural – reproduzido e produzido nestas instituições – e pela consequente falta de relação da maior parte da população com elas. A maior parte da população, ao contrário do que a direita faz parecer, não está contra os museus. A maior parte da população não se importa com os museus, porque os museus e as universidades públicas não fazem parte das sua vida, do seu imaginário, não lhe dá nada diretamente (ou pelo menos é assim que ela pensa), mesmo que ela os financie. Como esperar, então, de alguém que nunca foi ao museu (como é o caso de dois terços dos brasileiros), que ele vá visitá-lo pela primeira vez para defender sua existência? A principal estratégia de defesa dessas instituições tão importantes para a democracia passa por sua democratização radical.
Apesar do esforço louvável de certas iniciativas, como a gratuidade em certos dias da semana, visita guiada para professores e alunos de escola pública e exposições com “apelo popular”, os museus têm poucas condições de sanar em suas portas de entrada a tragédia cultural produzida nas portas de saída das escolas brasileiras. Com isso não se desculpa, claro, o caráter colonial, classista, branco e patriarcal da história destas instituições e que estrutura o mercado da arte no Brasil e no mundo ainda hoje, por mais que esporádicos artistas e curadores bem intencionados se posicionem ativamente contra isso. Iniciativas como o Museu Afro Brasil, o caráter pedagógico da exposição permanente do Museu da Língua Portuguesa, as exposições populares do MIS e, mais recentemente, a exposição das Guerrilla Girls no MASP, para ficar apenas na cidade de São Paulo, são exemplos deste contramovimento. Com isto, não se defende, evidentemente, uma arte exclusivamente aplicada ao público, mas se leva em consideração esta importante relação, que nenhum museu do mundo pode ignorar, abrindo possibilidades para que o esporádico visitante se torne mais habitual e, com o tempo, mais capacitado para fruição de obras talvez mais experimentais, vanguardistas, etc. Se das galerias privadas, da quais não se pode exigir função social alguma que não seja comercial (ainda que haja exceções), não se pode esperar este cuidado na formação do público, dos museus públicos, sim, inclusive como raison d’être, como motivo da sua própria existência. Nestes tempos de ataque, vale a pena lembrar do material: quem funda o museu e para quem ele é fundado. Esta lembrança se concretiza no movimento duplo de criticar a ausência e celebrar seus bons programas que, é importante ressaltar em momentos como este, existem e têm se ampliado nos últimos anos. Não é por isso que eles estão sendo atacados (ou, numa leitura mais otimista, talvez seja justamente por isso).
Foto: Obra da exposição “Queermuseu”, em Porto Alegre (RS), que foi fechada recentemente depois de protestos de grupos de direita
*Tomaz Amorim Izabel, 29, tem graduação e mestrado em Estudos Literários pela Unicamp e é doutorando na mesma área na USP. É militante da UNEAfro Brasil. Além de crítica cultural, também escreve poesia [tomazizabel.blogspot.com] e coedita o blog Ponto Virgulina de traduções literárias. Publicou traduções para o português de Franz Kafka e Walt Whitman.
Fonte: Revista Fórum

Em vídeo, Caetano Veloso desanca Crivella, MBL e defende “Queermuseu”


O músico divulgou um vídeo em que comenta as declarações do prefeito Marcelo Crivella sobre a exposição Queermuseu e diz que o MBL é “conservador das desigualdades, da opressão e do horror”. Assista.
Por Redação
O Museu de Arte do Rio de Janeiro (MAR) já havia demonstrado interesse em receber a exposição “Queermuseu”, fechada em Porto Alegre (RS) após pressão de grupos de direita como o MBL. O prefeito Marcelo Crivella (PRB), no entanto, gravou um vídeo em que acusa a mostra de “pedofilia” e “zoofilia” e fez pressão para que o MAR cancelasse a exibição.
Em vídeo divulgado nesta sexta-feira (6), o músico Caetano Veloso saiu em defesa da exposição e criticou a postura de Crivella, bem como o discurso do MBL que, após a pressão ao “Queermuseu”, instaurou uma pauta moralista que já vem surtindo efeito em inúmeras exposições e exibições artísticas país afora.

“É uma invenção [pedofilia e zoofilia] de uns malucos [MBL] que são pessoas suspeitas. Conservadoras das desigualdades, da opressão, do horror”, disse Caetano.
Assista.
Leia também
Fonte: REVISTA FÓRUM

Dispara a taxa de suicídio entre indígenas


No ano passado, 106 indígenas tiraram a própria vida, aponta relatório. Aumento do número de suicídios coincide com investida na retirada de direitos do governo Temer.
Por Redação
Além das notícias de que Temer entregará territórios indígenas para o agronegócio, outro fato preocupante sobre essa população veio à tona essa semana. Um relatório divulgado pelo Cimi (Conselho Indigenista Missionário) nesta quinta-feira (5) apontou que o número de suicídios entre os indígenas disparou.
De acordo com o relatório anual de violência contra os povos indígenas, o número de índios que tiraram a própria vida aumentou em 18% em 2016, em comparação a 2015. Somente no ano passado 106 índios se mataram, com crescimento expressivo na região do Alto Rio Solimões, que saiu de 13 casos em 2016 para 30 no ano de 2016. A taxa de suicídios entre indígenas já chega a ser maior que em qualquer outro grupo. De acordo com o Ministério da Saúde, no período 2011-2015 foram 15,2 suicídios para cada grupo de 100 mil habitantes, o que representa quase o triplo da taxa registrada entre os não indígenas, de 5,9/100 mil.
O relatório do Cimi apontou ainda que a mortalidade entre crianças indígenas de até cinco anos de idade cresceu 18,5% com relação a 2015.
Para o coordenador regional do Cimi, Roberto Liebgott, o aumento da mortalidade de indígenas está diretamente ligado à uma postura de retirada de direitos do governo Temer. Para ele, o governo Dilma Rousseff foi omisso com os indígenas, mas Temer é ainda pior pois adota uma postura “ofensiva” contra essa população.
“Percebemos que desde a ascensão do novo governo, o Estado deixa de ser omisso e passa a ser um Estado propositivo na ofensiva contra os direitos indígenas. A gente percebe que se monta uma estratégia na perspectiva de desconstruir os direitos que os povos indígenas foram conquistando ao longo desses últimos 30 ou 40 anos”, afirmou.
Fonte: REVISTA FÓRUM

CPC/RN ENTREGA O DIPLOMA DE HONRA AO MÉRITO A LEMUEL RODRIGUES DA SILVA!

 LEMUEL RODRIGUES - EX-PRESIDENTE DA ADUERN RECEBE DIPLOMA DE HONRA AO MÉRITO DO CPC/RN AO LADO DE SEUS ESTIMADOS ALUNOS
Ontem (06), pela manhã antes de seguir para Parelhas/RN, o Presidente do Centro Potiguar de Cultura - CPC/RN, Eduardo Vasconcelos esteve se reunindo na ADUERN para entregar o Diploma de HONRA AO MÉRITO ao grande líder sindical, professor da UERN e recentemente presidente da ADUERN (Associação dos docentes da Universidade Estadual do Estado do Rio Grande do Norte) - (2015/2017), LEMUEL RODRIGUES DA SILVA! Mas do que merecedor! Lemuel é uma pessoa dedicada na defesa da autonomia financeira da UERN, um brigador no bom sentido nas lutas em defesa dos trabalhadores.

Com a convicção de que só a luta da classe trabalhadora, juntamente com a sociedade civil poderá mudar os rumos do Brasil! Por isso e tantos outros ingredientes como também a defesa da CULTURA POTIGUAR, o CPC/RN o reconhece como um LUTADOR AUTÊNTICO pela liberdade do povo brasileiro!  Parabéns, LEMUEL, juntos seremos mais fortes!

COMISSÃO EM DEFESA DOS CAMPUS DA UERN, JUNTO COM A ADUERN E SINTAUERN NA DEFESA DA AUTONOMIA FINANCEIRA DA UERN!!!

CAMPUS DA UERN, UFRN E IFRN (NOTURNO) NA REGIÃO DO AGRESTE PORTIGUAR, JÁ!
Recebemos confirmação do Fórum Estadual do Servidores Públicos do RN, que a parada prevista para o dia 10, próxima semana, foi adiada para o dia 24 deste mês, as atividades para este dia serão divulgadas.
Outro ponto que queremos destacar, após nossa assembleia, é que, apesar de não termos recebido o convite para participação do SINTAUERN, queremos chamar atenção de todos os técnicos administrativos para participarem em seus respectivos Campi, no dia 16/10, da atividade organizada pela ADUERN. Esse evento será de grande importância para AUDIÊNCIA PUBLICA SOBRE AUTONOMIA FINANCEIRA DA UERN, no dia 17/10, organizado e solicitado pela Deputada Estadual Larissa Rosado, o qual teremos a participação de todos os segmentos da UERN e sociedade civil. 
Elineudo Melo 
Presidente do SINTAUERN 



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UERN - Universidade do Estado do Rio Grande do Norte


"Interessante que o Núcleo do Campi da UERN de Nova Cruz possa e deve engaja-se nessa discussão sobre a Autonomia Financeira da UERN. Por isso nós que fazemos parte da Comissão em Defesa dos Campus da UERN e UFRN na Região do Agreste Potiguar, juntamente com o CPC/RN, SINTE/, STTR. IGREJAS e a sociedade agresteira como um todo possam unir=se nesse tema tão importante. Por isso propomos uma reunião para o mesmo dia *17/11", ás 9h da manhã na quadra da E. E. ROSA PIGNATARO ou Plenário da Câmara Municipal de Nova Cruz/RN, a se confirmar! - Eduardo Vasconcelos - CPC/RN e Coordenador da Comissão em defesa dos Campus da UERN e UFRN na Região Agreste do Agreste Potiguar."