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PRESIDENTE DO CPC/RN TENTARÁ CONCLUIR DOCUMENTÁRIO SOBRE PRÉDIOS ANTIGOS DAS CAPITAIS DO NORDESTE AINDA ESSE MÊS!

Fotos: Google CENTRO POTIGUAR DE CULTURA - CPC/RN Eduardo Vasconcelos, presidente do Centro Potiguar de Cultura - CPC/RN, t...

terça-feira, 3 de outubro de 2017

Um olhar Sobre a História da República mais Antiga da África

Libéria- Fundada no século XIX por Africano-Americano colonos incentivados pelas sociedades filantrópicas, a Libéria foi a primeira república independente negra na África, mas o antagonismo entre imigrantes e nativos são mais violentos em Serra Leoa.

A primeira unidade, financiada pela Sociedade Americana de Colonização, começou em 1822 e as colônias costeira na Comunidade da Libéria (exceto Maryland) é octroyèrent o monopólio do comércio exterior.

Em 1847, com a independência, enquanto já se opôs aos minoritários Américo-liberianos outros grupos excluídos do poder e do acesso à riqueza.

Tradição- Em 1980, quando um golpe militar derrubou o casta dominante, cerca de 300 famílias dominantes 80.000 descendentes de imigrantes, minoria deixou um país rico totalmente subserviente aos Estados Unidos, incluindo as suas representações simbólicas (nome do capital, bandeira), sua moeda e suas instituições.

O regime militar e do Conselho Popular da redenção que havia conseguido, em 1980, para Africano-Americano presidente Tolbert desapareceu no turbilhão de uma sangrenta guerra civil eclodiu em 1990 entre facções rebeldes, organizados ao longo regional e cultural e um governo interino.

Internacionalizado toda a África Ocidental, os confrontos provocaram a intervenção de “capacetes brancos” da força de interposição Oeste Africano (ECOMOG), 7.000 homens, encomendado pela Comunidade Econômica do Oeste Africano (CEDEAO) para parar os massacres, mas não poderia ser evitado e, até
1993, os habitantes de Monróvia têm sobrevivido com a ajuda alimentar da ONU.

De acordo com o acordo de paz de 25 de Julho de 1993, as instituições de transição deve se preparar para as eleições de 1994.
"Uma série de acordos natimortos não impediram a retomada das hostilidades e, em 1996, Monróvia, capital de um país arruinado e saqueada, ficou novamente sob cerco".

Nomeado para a presidência do Conselho de Estado (presidência coletiva provisório) em agosto de 1996 para supervisionar o desarmamento ea desmobilização dos combatentes, Ruth Perry levou o país a eleições
democráticas em 1997, que viu o candidato Frente Nacional Patriótica (NPFL) e ex-senhor da guerra, Charles Ghankay Taylor, para a presidência da República.

Em março de 2001, o Conselho de Segurança da ONU impôs um embargo sobre o fornecimento de armas à Libéria.

Este embargo é destinado a acabar com o apoio do país dada a rebelar-se Frente Revolucionária Unida (RUF) de Serra Leoa.

LIBÉRIA, A ESPERA DE MUDANÇAS- Libéria é um país com um passado tortuoso, um presente cruel e um futuro totalmente incerto, o que impede que possa ser recomendado como um lugar atrativo para o visitante

LOCALIZAÇÃO GEOGRÁFICA- Libèria encontra-se no extremo ocidental da África, e tem uma extensão de 11.370 quilômetros quadrados. Limitada pela Guiné ao norte, Costa de Marfim ao leste, Serra Leona ao oeste e pelo oceano Atlântico ao oeste e sul.

O território de Libéria se caracteriza por três níveis paralelos à costa. Esta é baixa, arenosa e interrompida por mangues, lagoas e pântanos. Atrás o terreno se eleva formando uma larga faixa boscosa. No interior se eleva uma planície de uns 600 metros de altitude, com bosques menos densos. Nas terras altas do norte encontram-se as maiores elevações, como o Monte Nimba de 1752 metros.

FLORA E FAUNA- Devido a seus diferentes ecossistemas, Libéria tem uma variada fauna, desde típicas de mangues e pântanos – crocodilos, hipopótamos – da zona selvagem. O café principalmente, mais o cacau e palma de azeite, cobrem o terreno cultivável.

Dados Históricos- Libéria surge como a ideia de um grupo de filantropos norte-americanos em 1922; eles
pretenderam dar uma pátria aos escravos liberados na terra de seus anscestrais. A imensa maioria rejeitava o convite, e os poucos militares que aceitaram contaram desde o princípio com a hostilidade dos nativos, que não aceitavam o tipo de colonização ao que se pretendia submeter-lhes.

"Não estavam mau encaminhados em suas suspeitas os nativos, pois os novos povoadores chegaram a impor sua língua, religão e idéia da civilização, com uma forma de trabalhos forçados lindante com a escravatura".

Este estado de coisas continuou por mais de 100 anos, até que, em 1930, os EE.UU., e o Reino Unido decidiram cortar relações com Libéria com motivo da exportação deste tipo de trabalhadores à Guiné Equatorial sob mandato espanhol. Até 1960, Libéria era condenada pela Organização Internacional do Trabalho por esta razão.
O Partido Whig Autêntico usufruiu o poder em Libéria desde muito cedo em sua história, e foi capaz de projetar uma imagem de estabilidade que atraiu abundantes inversões de potências estrangeiras, apesar da situação dos trabalhadores. Porém, o fluxo de capitais afundou ainda mais o desequilíbrio social, e o presidente Tubmam teve de autorizar em 1963 a participação na economia 97% da população, que até esse
momento não tinha direito nenhum.
O sucessor de Tubman, William Tolbert, foi derrotado em um cruel golpe de estado em 1980. Iniciou reformas que deram certo poder político aos indígenas, mas a oposição a seu regime foi aumentando, e em 1990, as forças dos dois principais grupos rebeldes, dirigidos por Prince Johnson e Charles Taylor, tomaram Monróvia e, após crueis lutas, Johnson derrotou a Tobert.

Isto não concertou nada, pois então Taylor reclamou ser o autêntico herdeiro da presidência. Apesar da presença de forças de pacificação da Comunidade de Estados da África Ocidental, Taylor lançou um ataque contra Monróvia em 1992. Em 1993 assinou-se, sob apadrinhamento das Nações Unidas, o Acordo de Cotonou, instaurando um governo provisório, renovado depois pelo acordo de Akosombo em 1994.

De momento segue-se sem lograr um acordo sobre a governabilidade de Libéria a meio prazo, pelo que as forças de Johnson e Taylor seguem na briga fratricida.

Arte e Cultura- A peculiar colonização a que foi submetida Libéria, tem impedido o desenvolvimento de um arte e uma cultura próprias, ao ponto que o liberiano mais reconhecido fora de seu país é George Weah, que em 1996 foi escolhido o melhor jogador de bola do continente europeu.

Se liga na historia:Cerca de 250.000 pessoas foram mortas na guerra civil da Libéria e outros milhares fugiram do conflito. O conflito deixou o país em ruína econômica e superação com armas. A capital continua sem rede elétrica e água corrente. A corrupção é generalizada eo desemprego e analfabetismo são endêmicas.
"A ONU mantém cerca de 15.000 soldados na Libéria. É uma das operações da organização de manutenção de paz mais caros."
Um afro abraço.

Claudia Vitalino.

Fonte:www.bbc.com/portuguese/www.casadasafricas.org.br/www.infoplease.com.

Margarida Salomão: O fim do mundo chegou para as universidades brasileiras


Este é o ponto em que nos encontramos: diversas universidades federais brasileiras estão na iminência de interromper suas atividades, de cancelar seu calendário acadêmico, por conta do estrangulamento financeiro imposto pelo governo Temer.

Por Margarida Salomão*, no Ninja

Fato, não se trata de uma situação propriamente nova. Mesmo que distem anos, ainda é fácil lembrar dos governos de Fernando Henrique Cardoso, em que a mesmíssima situação se fez presente. 

Atesto tal realidade enquanto testemunho pessoal. À época, era reitora da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), e tinha como um de meus principais desafios administrar um orçamento exíguo.

Contudo, espanta que o reencontro com essa situação ocorra de modo tão apático, sem gerar quase nenhuma forma de escândalo. É curioso notar que, não faz tanto tempo, a mera mudança na forma de organização do Enem fora capaz de sacudir a mídia brasileira, produzindo reações indignadas – as quais ocuparam noticiários televisivos e capas de jornais e revistas por dias a fio.
Eis, por outro lado, uma realidade quase sonegada atualmente.

Estudo conduzido pela Associação Nacional de Dirigentes de Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) aponta para um corte de 30% no valor total liberado às universidades e instituições federais de ensino técnico para custeio, além da restrição de 60% no valor designado para investimentos. Na risca do lápis, nada menos que R$ 2,1 bilhões estão retidos pelo governo Temer. Considere-se ainda que o orçamento previsto para o ensino técnico e superior federal já havia sido reduzido na ordem de 11% entre 2016 e 2017.

O estrangulamento de recursos também é uma das marcas da nova política de concessão de bolsas a pesquisadores e estudantes pelo governo Temer. De início, registre-se, antes mesmo do corte de verbas, o corte do número de bolsas oferecidas pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Em 2015, eram distribuídas mais de 163 mil bolsas. Atualmente, esse número reduziu-se a menos da metade (80 mil). As bolsas de mestrado e doutorado estão incluídas nessa devastação. Se em 2015 eram oferecidas cerca de 19 mil em cada modalidade, hoje não passam de aproximadamente 8 mil cada.

Contudo, a situação se agravou ainda mais esse ano. Mesmo as poucas bolsas sobreviventes correm o risco de não serem pagas. Notícia recente dá conta de que o CNPq esgotou todo o seu orçamento para tal atividade, possuindo recursos para pagar as bolsas apenas até agosto – pagamento que deverá ser feito no início de setembro.

Como consequência, diversas universidades podem se ver obrigadas a simplesmente interromper suas atividades de pós-graduação, ferindo de morte várias iniciativas relacionadas ao campo da pesquisa acadêmica. É o caso, por exemplo, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Nota divulgada pela reitoria da instituição lembra que o programa de iniciação científica, em vigor desde 1951, “nunca sofreu descontinuidade mesmo em momentos mais graves de crise econômica e durante governos de diferentes matizes ideológicas”.

A minuta divulgada pela Andifes ainda lembra outras dificuldades que se avizinham para as universidades: necessidade de restrição da força de trabalho contratada, dificuldade para pagamento de elementos básicos para funcionamento (como energia elétrica e água), restrição no orçamento para compra de insumos para atividades de aula e para a manutenção dos cursos, paralisação de obras em andamento, além da quase completa interrupção da política de compra de livros para bibliotecas.

O futuro da Educação Superior e pesquisa no país é, portanto, estonteante. Junte-se a isso outras iniciativas nefastas, como a que pretende por fim à política de diálogo e aproximação entre os países do continente posta em prática com a criação da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (Unila), localizada em Foz do Iguaçu (PR), e teremos um cenário de verdadeiro desespero.

Mesmo assim, vemos os ministérios da Educação e da Ciência e Tecnologia atuando de maneira inerme, sem esboçar qualquer tipo de reação. Trata-se de algo inconcebível.

Não há dúvidas de que o governo Temer seja um celeiro de motivos para indignação. Contudo, o que se passa quanto a Educação Superior no país é de gravidade maior. Cabe a nós, portanto, fazer com que tal questão ganhe a dimensão que verdadeiramente merece.

*Margarida Salomão é Professora da Universidade Federal de Juiz de Fora, com Doutorado e Pós-Doutorado pela Universidade da Califórnia, em Berkeley. É deputada federal pelo Partido dos Trabalhadores de Minas Gerais desde 2013.

Fonte: Revista Fórum

Mostra na Cinemateca de Curitiba presta homenagem aos 80 anos de Sylvio Back

Sylvio Back
A Cinemateca apresenta a partir desta terça-feira (3) a Mostra Sylvio Back 8.0 – Filmes Noutra Margem, realizada em parceria com a Universidade Federal do Paraná e Unespar para celebrar os 80 anos de um dos mais importantes diretores do cinema paranaense e nacional. Uma seleção de 12 filmes representativos de sua carreira ocupará durante duas semanas as salas da Cinemateca e do Cine Guarani (Portão Cultural). A abertura oficial acontece às 18h30, com a presença do cineasta.
A mostra foi elaborada com a colaboração da pesquisadora Rosane Kaminski, do Departamento de História da UFPR, autora da tese de doutorado “Poética da angústia: história e ficção no cinema de Sylvio Back, 1960-70”. Em 2018, ela lançará o livro “A formação de um cineasta: Sylvio Back na cena cultural de Curitiba nos anos 1960”, pela Editora da UFPR.
De acordo com a pesquisadora, a trajetória cinematográfica de Back é marcada pela constante participação em questões políticas, estéticas e sociais. Seus filmes apresentam uma postura crítica, questionadora e provocativa. “Hoje, num contexto de crise e desilusões política, vale a pena assistir aos filmes de Back e tentar pensar com a própria cabeça, ao invés de esperar respostas para os nossos problemas, muitos dos quais cristalizados em valores que negamos revisitar. Seus filmes não apontam soluções, mas levantam questões”, afirma Rosane.
Na quarta-feira (4), às 19h, no Anfiteatro do Edifício D. Pedro I – Reitoria da UFPR, haverá uma mesa-redonda com a participação de Sylvio Back, da pesquisadora Rosane Kaminski e do também cineasta Fernando Severo. Os filmes serão exibidos na Cinemateca de 3 a 8 de outubro e serão reprisados no Cine Guarani de 10 a 15 de outubro. A entrada é franca.
Programação:
3 de outubro – Cinemateca
10 de outubro – Cine Guarani
17h – LANCE MAIOR (1968, 100′)
Com: Reginaldo Faria, Regina Duarte e Irene Stefania
Lance Maior
História de jovens que buscam os ideais perdidos e um lugar ao sol. Eles representam a inquieta juventude do final da década de 1960. O bancário Mário é um desses jovens e se vê dividido entre o amor de duas mulheres.


18h30 – Abertura oficial com a presença de Sylvio Back
19h – A GUERRA DOS PELADOS (1971, 98′)
Com: Jofre Soares, Stenio Garcia, Atila Iorio
O filme é baseado no episódio histórico da Guerra do Contestado (1912-1916) quando, em 1913, em Santa Catarina, houve um conflito envolvendo cessão de terras a uma companhia estrangeira. Os expropriados foram chamados de “pelados”, pois rasparam a cabeça e se entricheiraram num reduto messiânico, lembrando Canudos.
4 de outubro – Cinemateca
11 de outubro – Cine Guarani
17h – ALELUIA GRETCHEN (1976, 118′)
Com: Carlos Vereza, Míriam Pires, Lilian Lemmertz
Aleluia, gretchen
A saga de uma família de imigrantes alemães que, fugindo do nazismo, vem se radicar numa cidade do Sul do Brasil, por volta de 1937. Às vésperas e durante a II Guerra Mundial, membros da família se envolvem com a Quinta Coluna (espionagem nazista no Brasil) e o Integralismo. Na década de cinqüenta, graças a ligações perigosas com o rescaldo da guerra, os Kranz são visitados por ex-oficiais da SS em trânsito para o Cone Sul.

19h30 – REVOLUÇÃO DE 30 (1980, 118′)
Revolução de 30 é um filme-colagem de uma trintena de documentários e filmes de ficção dos anos 20, culminando em cenas inéditas da Revolução de 1930. Todo em preto e branco, o principal tônus é a excelência da restauração fotográfica de suas imagens, emoldurada por uma trilha sonora autêntica, de rara beleza e qualidade de emissão. Com comentários dos historiadores Bóris Fausto, Edgar Carone e Paulo Sérgio Pinheiro.
5 de outubro – Cinemateca
12 de outubro – Cine Guarani
17h – REPÚBLICA GUARANI (1982, 100′)
Através de imagens de arquivos e depoimentos de célebres historiadores das mais diversas nacionalidades e linhas de pesquisa, Sylvio Back remonta os passos das missões jesuíticas que aportaram no Brasil e na América do Sul no século 17 para compreender as formações e os costumes das antigas comunidades indígenas nativas que foram dizimadas pelo homem branco.
19h – GUERRA DO BRASIL (1987, 104′)
Entre 1864 e 1870, a América do Sul é palco do maior e mais sangrento conflito armado do século, conhecido como a “Guerra do Paraguai”, ou “Guerra Grande”, para os paraguaios. Misturando realidade e ficção, o documentário debate este “ensaio” da I Guerra Mundial, que envolveu Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai, vitimando em torno de um milhão de pessoas. No filme entrelaçam-se a história oficial, o imaginário popular e a crítica de militares, cronistas e historiadores.
6 de outubro – Cinemateca
13 de outubro – Cine Guarani
17h – RÁDIO AURIVERDE (1991, 70′)
O documentário Rádio Auriverde discute a participação brasileira na Segunda Guerra Mundial, através da Força Expedicionária Brasileira (FEB). Com imagens e sons inéditos de Carmen Miranda e do Brasil da época, o filme penetra no desconhecido universo da guerra psicológica que conturbou a presença da FEB na Itália (1944-45). Através das musicalmente alegres e debochadas transmissões de uma rádio clandestina, tema-tabu entre os pracinhas, o filme acaba também revelando as tragicômicas relações entre os Estados Unidos e o Brasil durante o conflito.
19h – YNDIO DO BRASIL (1995, 70′)
Colagem de dezenas de filmes nacionais e estrangeiros de ficção, cinejornais e documentários, revelando como o cinema vê e ouve o índio brasileiro desde quando foi filmado pela primeira vez, em 1912. São imagens surpreendentes, emolduradas por musicas temáticas e poemas, que transportam o espectador a um universo idílico e preconceituoso, religioso e militarizado, cruel e mágico, do índio brasileiro.
7 de outubro – Cinemateca
14 de outubro – Cine Guarani
17h – CRUZ E SOUZA – O POETA DO DESTERRO (1999, 86′)
Com: Kadu Carneiro, Maria Ceiça, Danielle Ornelas
Filho de escravos, João da Cruz e Sousa (1861-1898) recebe educação europeia e se torna poeta. Mas o reconhecimento de sua obra vem somente após sua morte. Cruz e Sousa – O Poeta do Desterro trata da reinvenção da vida, obra e morte do poeta catarinense, fundador do Simbolismo no Brasil e considerado o maior poeta negro da língua portuguesa. Através de 34 “estrofes visuais”, o filme de Sylvio Back rastreia desde as arrebatadoras paixões do poeta em Florianópolis até seu emparedamento social, racial, intelectual e trágico no Rio de Janeiro.
19h – LOST ZWEIG (2003, 114′)
Com: Rüdiger Vogler, Ruth Rieser, Renato Borghi, Daniel Dantas.
Última semana de vida do austríaco Stefan Zweig, autor do livro Brasil, País do Futuro, e de sua jovem mulher Lotte que, em um pacto cercado de mistério, se suicidam após o carnaval de 1942, ao qual haviam assistido. Um gesto que ainda hoje, passados mais de sessenta anos, desperta incógnitas e assombro pela sua premeditação e caráter emblemático.
8 de outubro – Cinemateca
15 de outubro – Cine Guarani
17h – O CONTESTADO – RESTOS MORTAIS (2010, 156′)
A Guerra do Contestado aconteceu na fronteira entre o Paraná e Santa Catarina, entre 1912 e 1916. Esse documentário investiga suas causas, desenrolar e consequências, com depoimentos de historiadores e também de alguns rebeldes mortos no conflito, incorporados por médiuns.
20h – O UNIVERSO GRACILIANO (2013, 84′)
Com: Oscar Niemeyer, Lêdo Ivo, Luiza Amado.
Um panorama da vida e da obra do autor Graciliano Ramos, falecido em 1953, e responsável por grandes livros da literatura brasileira, como São Bernardo, Vidas Secas, Angústia e Memórias do Cárcere. O filme reúne diversos materiais de arquivo com entrevistas de pessoas próximas ao escritor.
Fonte: BRASIL CULTURA

T. Kaçula canta as memórias do samba paulista no SESC Parque Dom Pedro II

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Acompanhado por quatro músicos, o sambista, sociólogo e pesquisador paulista T. Kaçula, cavaquinista da escola de samba Camisa Verde e Branco, conduz o show sobre as memórias do samba paulista Memórias e Histórias do Samba Paulista dia 7 de outubro, sábado, das 16h30 às 18 horas, na tenda do Sesc Pq. Dom Pedro II. De graça.
Dividida em quatro atos, a aula show segue a cronologia na formação do samba em São Paulo, desde sua ruralidade até sua urbanização, com um repertório costurado pelo resgate, promoção e divulgação da memória do samba como uma das principais tradições culturais brasileiras.
Tadeu Augusto Matheus – T.Kaçula – Sambista, sociólogo e pesquisador das origens do samba e da cultura tradicional de São Paulo. É fundador do Instituto Cultural Samba Autêntico e do Projeto Rua do Samba Paulista. Idealizador e produtor do projeto Memória do Samba Paulista, que reúne uma coleção com 12 CDs dos principais sambistas e Velhas Guardas das Escolas de Samba de São Paulo. Diretor cultural da UESP – União das Escolas de Samba Paulistana e membro do departamento cultural da Liga Independente das Escolas de Samba de São Paulo. Ex-presidente da Escola de Samba Mocidade Camisa Verde e Branco.  Autor do livro “Casa Verde – Uma pequena África na Zona Norte de São Paulo”.
Serviço
Aula show: Memórias e Histórias do Samba Paulista, com T. Kaçula -Dia 7 de outubro, sábado, das 16h30 às 18 horas, na tenda do Sesc Parque Dom Pedro II
Grátis. Livre.
Sesc Pq. Dom Pedro II – Praça São Vito, s/nº, Brás. Tel.: (11) 3311-9651
Horário de funcionamento de quarta a domingo das 10h às 18h.
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Fonte: BRASIL CULTURA