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Dia Nacional da Consciência Negra - 20 de novembro - pode virar feriado em todo o país

O movimento negro luta há bastante tempo para que o Dia Nacional da Consciência Negra - 20 de novembro - seja realmente nacional. Na úl...

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Revelando São Paulo

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O maior e mais importante festival de cultura tradicional paulista volta a acontecer na cidade de São Paulo. O Revelando São Paulo vai ocupar o Parque do Trote, na Vila Guilherme, Zona Norte da Capital, de 29 de novembro a 3 de dezembro. O tema central deste ano é “Festa do Divino”.
A Secretaria da Cultura do Governo do Estado de São Paulo realiza o evento que une uma oportunidade única de contato com a gastronomia e as tradições artísticas de várias regiões do Estado.
“A volta do Revelando São Paulo na capital é um compromisso que assumimos com imensa alegria. Reunir um festival que dialoga com as mais diversas linguagens e diferenças culturais é fazer da cultura o ponto de encontro e convergência”, afirma o secretário da Cultura do estado José Luiz Penna.
O público poderá aproveitar a programação gratuita em 80 espaços de culinária, 100 espaços de artesanato, 12 Ranchos Tropeiros e 200 grupos de cultura popular tradicional, com a participação de representantes de 180 cidades. O Revelando também contará com um espaço dedicado à Festa do Divino, com exposição fotográfica, rodas de conversa e mostra com vestimentas, gastronomia e música.
Esta edição trará mostras de artesanato e de culinária tradicional, além do Espaço Cerâmica e o Espaço Brincadeiras de Todos os Tempos, voltado para o público infantil. No palco, os visitantes vão conferir encontros de violeiros, sanfoneiros, congadas e moçambiques, samba rural, catira e orquestras de viola. As culturas tradicionais estará representada por grupos de Folia de Reis, Dança de São Gonçalo e Dança de Santa Cruz.
O Revelando São Paulo é realizado desde 1997 e faz parte da política do Governo do Estado de preservação e difusão do patrimônio imaterial, bem como dos grupos que o mantém, estimulando pessoas do interior e da capital a conhecerem suas histórias, contadas por meio de suas tradições. Em breve, a programação completa.
SERVIÇO: Revelando São Paulo
Data: 29 de novembro a 03 de dezembro
Horário: Das 9h00 às 21h00
Local: Parque do Trote e Mart Center – Av. Nadir Dias de Figueiredo – Vila Guilherme, São Paulo-SP
Fonte: BRASIL CULTURA

Bibliotecária cria livraria sobre protagonismo feminino negro Divulgação

protagonismo
A bibliotecária Ketty Valêncio, que mora na zona norte de São Paulo, decidiu investir em um negócio e numa causa. Ela acaba de lançar a livraria virtual e itinerante Africanidades, especializada em autoras negras.
Sua intenção é promover o protagonismo das mulheres negras na literatura mundial. Além de títulos de autoras conhecidas como Angela Davis, Alice Walker, Teresa Cárdena e Edwidge Danticat, a livraria tem obras de escritoras independentes, pouco conhecidas e/ou pouco acessadas.
“A ideia de criar a livraria veio da minha própria história de vida. Sentia uma angústia por ser uma mulher negra. Esta angústia foi motivada pela ausência de representatividade negra em todos os espaços de saberes que circulei, isso sem comentar a diminuição de pessoas afrodescendentes como estudantes no decorrer do tempo. Na escola, não aprendemos a literatura negra de homens ou mulheres. Na faculdade, também não. E a literatura reporta ainda mais a realidade que não aprendemos e colocamos a menina como protagonista da própria história ao ser uma criadora”, afirma Ketty, que também é pesquisadora pós-graduada em gênero e diversidade sexual, com um MBA em Bens Culturais: Cultura, Gestão e Economia.
Entre os quase 80 títulos disponíveis na loja, estão obras de Antonieta de Barros, Bell Hooks, Futhi Ntshingila, Jarid Arraes, Maria Firmina, Noémia de Sousa, Virgínia Bicudo, entre outras autoras. Por enquanto, a livraria divide as obras em 11 sessões: Ciências Sociais, feminismo, ficção, não-ficção, obras de referência, quadrinhos, poesia, religião, infanto-juvenil, biografias e artes, tudo voltado à cultura negra.
Para saber como e onde comprar, visite o site de Africanidades:www.livrariafricanidades.com.br.
Fonte: RBA

EM NOVEMBRO FIQUEM LIGADOS! VEM O 8º ENCONTRO ESTADUAL DA CONSCIÊNCIA NEGRA!

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Em novembro o Centro Potiguar de Cultura - CPC/RN promoverá seu 8º Encontro Estadual da CONSCIÊNCIA NEGRA! Será dia 19 de novembro! Em Nova Cruz/RN!
Fiquem ligados!

Se eu fosse o juiz e o juiz fosse o réu


(25 perguntas para Moro)
Renan Araujo

1. Qual sua participação no arquivamento na operação do Banestado (contas CC-5)?

2. Por que fez acordo com Youssef, o deixou solto, e fez acordo com ele, novamente, mesmo ele não tendo cumprido o primeiro?

3. Por que condenou Youssef há 100 anos e ele já está solto?

4. Por que Paulo Roberto Costa, Cerveró, Fernando Baiano estão "soltos" e desfrutando de suas furtunas, tendo devolvido apenas parte do dinheiro desviado?

5. Por que Vaccari continua preso, mesmo inocentado?
6. Por que nenhum tucano preso até hoje, apesar de provas e mais provas?

7. Por que condenou Lula em assunto diverso da denuncia do MPF, no caso triplex?

8. Por que condenou Lula sem provas?

9. Por que manteve Dona Marisa no processo, apesar de morta?

10. Por que mantém ocultos à defesa de Lula, documentos que constam no processo e que podem ter sido adulterados?

11. Quem custeia suas viagens ao exterior e como elas são possíveis em dias de trabalho habituais e obrigatórios?

12. Como compatibiliza suas atividades de juiz às de professor da Universidade de Maringá?

13. Qual a relação de sua esposa com a APAE nacional e a história do desvio de dinheiro das emendas parlamentares?

14. Como o dinheiro de Tacla Duran foi parar na conta de sua esposa, mesmo o Sr. afirmando tratar-se de um bandido?

15. Por que o Sr. absolveu Claudia Cunha, mesmo tendo provas?
16. Por que o Sr. absolveu a esposa de Cabral, mesmo tendo provas?

17. Por que divulgou grampos ilegais da Presidenta da República na Rede Globo?

18. Por que o Sr. é o principal palestrante dos eventos da LIDE, empresa pertencente ao corrupto João Dória, prefeito de São Paulo?

19. Por que o Sr. participou de eventos e fez fotos com Aécio, Serra, Temer, Pedro Taques, mesmo sabendo de denuncias de corrupção contra esses políticos tucanos ou peemedebistas?

20. O Sr. ainda procura uma prova contra Lula, ou suas convicções já são suficientes para condená-lo outras vezes?

21. Seu amigo Zocolotto, padrinho de seu casamento, é mesmo uma pessoa honesta?

22. O que o Sr. sente, sabendo que quebrou a industria pesada e de ponta do Brasil e provocou centenas de milhares de desempregados?

23. Gostou do filme "A Lei é para Todos"?

24. A lei é realmente para todos?

25. O Sr. acredita que realmente combate a corrupção?

Por Renan Araujo
Fonte: ajusticeiradeesquerda.blogspot.com.br
Em 25 de setembro de 2017

Flecha contra bala: livro resgata histórias de resistência indígena

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“Somos indígenas e muitos perguntam quem são os indígenas. Nós, indígenas, somos os guardiões da História. Em nossa memória guardamos todas as cores, todos os rumos, todas as palavras e todos os silêncios… Vivemos para que a memória viva não se perca. Nós, indígenas, somos aqueles que, tendo como base a cor da terra que somos, pintamos as primeiras das muitas cores que vivem no mundo. Somos nós, indígenas, que apontamos o tempo do qual viemos, vivendo hoje o nosso passado, para que não se perca e para que não nos percamos.” O trecho da Carta Zapatista, escrita no México, em 2001, abre o livro Histórias da Resistência Indígena – 500 Anos de Luta (Editora Expressão Popular), escrito pelo indigenista e doutor em Ciências Sociais Benedito Prezia.
Com 208 páginas, a obra é dividida em cinco partes: Os primeiros contatos, A conquista portuguesa, Do período pombalino à independência, Do Império brasileiro à 1ª República e As lutas atuais. Com textos curtos e vigorosos, o livro enfoca os mais de 500 anos de resistência dos povos indígenas sob o ponto de vista deles. Se a narrativa começa ‘amistosa’, com a chegada dos portuguesas, aos poucos o clima começa a ficar tenso: os conflitos litorâneos, a conquista do Nordeste, a violência do período bandeirista, as lutas na Amazônia e Centro-Oeste até chegar aos conflitos atuais.
“A conquista da América foi palco de um grande genocídio, talvez o maior da História. Poucos historiadores tiveram a lucidez e a coragem de Tzvetan Todorov, que escreveu que ‘se a palavra genocídio foi alguma vez aplicada com precisão a um caso, então é esse. É um recorde, não somente em termos relativos (uma destruição da ordem de 90% ou mais), mas também absolutos, já que estamos falando de uma diminuição da população [indígena] estimada em 70 milhões de seres humanos. Nenhum dos grandes massacres do século XX pode comparar-se a essa hecatombe'”, destaca o texto de apresentação.
Para o autor, era importante resgatar essas lutas e evidenciar que os indígenas não aceitaram passivamente o genocídio, ao contrário do que diz grande parte dos livros de história: “Desde 1986, quando estava no Conselho Indigenista Missionário (Cimi), procurava descobrir a trajetória de luta desses povos. Fala-se muito em genocídio, como se esses povos tivessem aceitado passivamente a conquista, sendo mortos como formigas. A maior parte dos livros que trata da história indígena enfoca muito sobre os massacres e a escravização indígena, trazendo pouco das lutas de resistência. Fora a Confederação dos Tamoios e da chamada Guerra dos Bárbaros, pouco se conhece. A história real da resistência e da luta desses povos também continua desconhecida. O nome correto e real desses povos, a descrição dos personagens, das datas e dos locais onde os fatos se sucederam são, em geral, ignorados pelos brasileiros”, afirma.
Entre os textos, um deles, Maninha Xukuru-Kariri, Grande Guerreira, traz um recorte de gênero. Prezia destaca a história de Etelvina Santana da Silva, mais conhecida como Maninha Xukuru-Kariri, que sempre acompanhou a luta de seu povo pelo direito à suas terras, em Alagoas. Ela era a única mulher na comissão da Articulação dos Povos Indígenas do Nordeste, Minas e Espírito Santo (Apoinme), em 1995, e a primeira que levantou a questão de gênero entre as lideranças. É sua trajetória que encerra o livro que já está à venda nas livrarias e no site da Editora Expressão Popular.
Inspirado pelo formato de Memórias de Fogo, de Eduardo Galeano, Benedito Prezia levou mais de nove anos para fazer este resgate histórico. “Foi um trabalho de garimpagem, pois não é fácil descobrir essas lutas, pois a história é sempre escrita pelo vencedor. Em algumas áreas não consegui encontrar nada mais específico, como foi o caso do Acre. Isso não significa que não houve lutas, mas que elas ou não foram escritas ou que eu não as identifiquei”, aponta Prezia, também autor de Esta Terra Tinha Dono, com co-autoria de Eduardo Hoornaerte, e Brasil Indígena, 500 Anos de Resistência.
Inicialmente, Histórias da Resistência Indígena – 500 Anos de Luta foi pensado para as lideranças indígenas e professores das escolas indígenas, “que precisam conhecer a própria história, pois, muitas vezes, ficam dependentes de publicações oficiais que não têm esse enfoque”, pontua o autor. “Outro público que pensei foi o da militância. Estamos num momento político de refluxo e a gente percebe que muitos jovens, mesmo em nível acadêmico, vivem uma desesperança e têm um desconhecimento muito grande dessa história de luta. Espero também que meu livro possa ser também utilizado no meio acadêmico, embora não seja um livro acadêmico. Os livros acadêmicos geralmente ficam restrito às universidades e aos pesquisadores e não chega ao grande público. Mesmo assim tive a preocupação de colocar sempre as referências e as fontes”.
Fonte: Rede Brasil Atual

Japão deve refletir sobre sua história de invasão, dizem estudiosos

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Tropas japonesas capturaram a Ilha de Hainan da China em 1939 e usaram-na como uma base de operações para a invasão da China e do Sudeste Asiático. O exército japonês também cometeu várias atrocidades na ilha, incluindo assassinatos, estupros e a queima de aldeias.
Sato começou a estudar a história da invasão militar do Japão de seus vizinhos na década de 1970 e gradualmente aprendeu sobre as atrocidades cometidas pelos militares japoneses na ilha de Hainan.
Para saber mais sobre esta parte da história, Sato fundou um grupo civil e juntamente com seus companheiros estudiosos, decidiu visitar a Ilha de Hainan para coletar testemunhos de moradores locais.
“Nós precisamos ir aos lugares onde as atrocidades aconteceram e ouvir os testemunhos das vítimas, porque nosso governo apagou todas as evidências e registros aqui sobre esses crimes de guerra,” disse Sato.
Desde 1998, Sato e os membros de seu grupo civil visitaram a ilha de Hainan mais de 30 vezes e entrevistaram mais de 200 pessoas, principalmente familiares das vítimas das atrocidades japonesas.
Apesar de ficarem chocados com os crimes de guerra cometidos pelo Japão, eles também estão preocupados com a atual situação da maioria dos jovens japoneses hoje em dia, que não têm conhecimento suficiente da história da guerra, devido à iniciativa do governo japonês de apagar a história.
Hidemaru Saito, um membro do grupo de Sato, disse que, para alguns japoneses, a história da guerra é uma história do Japão sofrendo com o bombardeio nuclear e ataques aéreos, e consideram que o país foi uma vítima, e não o agressor.
Sato disse que muitos grupos civis no Japão agora estão tentando falar às gerações mais jovens sobre a verdadeira história “sob pressão do governo, embora os jovens têm muito poucas oportunidades para aprender sobre as verdades históricas, estas oportunidades ainda sim existem.”
Kim Jung-Mi, uma estudiosa coreana que também faz parte do grupo civil de Sato, disse que o Japão tem escondido a verdade histórica sobre a guerra, e as gerações que realmente conhecem a verdade estão envelhecendo.
“Temos que gravar essas memórias na história e passar para as próximas gerações,” disse ela.
“Se eu fosse um chinês, como eu poderia confiar em um Japão que nega o Massacre de Nanjing e o fato de que o Japão invadiu também outros países? (…) O primeiro passo (para construir a confiança mútua) é admitir sua história,” disse Sato.
Fonte: Xinhua

PRESIDENTE DO CPC/RN ENTREGA DIPLOMA DE HONRA AO MÉRITO A SINDICALISTAS E AO PROFESSOR ADILSON GURGEL

 Presidente do CPC/RN, Eduardo Vasconcelos entrega Diploma de HONRA AO MÉRITO ao Presidente da FETARN, Manoel Cândido
 Advogado e assessor jurídico da FETARN, MARCOS GEORGE recebe das mãos do Eduardo Vasconcelos - CPC/RN
 Eduardo Vasconcelos - CPC/RN, entrega aos Coordenadores do SINTE/RN: Rômulo, Simonete e José Teixeira o Diploma ai Mérito
 Eduardo entrega ao Coordenador do SINTE/RN, José Teixeira o Diploma ao Mérito
 Coordenadora do SINTE/RN recebe em nome de FÁTIMA CARDOSO, o Diploma de Honra ao Mérito das mãos de Eduardo Vasconcelos - CPC/RN
 Coordenador Geral do SINTE/RN, Rômulo recebe o Diploma de Honra ao Mérito das mãos de Eduardo Vasconcelos
 Coordenadores do SINTE/RN: Rômulo, Simonete Almeida (Diretora de Organização da Capital) e José Teixeira exibem os Diplomas de Honra ao Mérito do Centro Potiguar de Cultura - CPC/RN
Eduardo Vasconcelos, presidente do CPC/RN entrega Diploma ao Mérito ao advogado, Adilson Gurgel de Castro

Hoje (25), o presidente do Centro Potiguar de Cultura - CPC/RN, entregou Diplomas ao Mérito a sindicalistas e ao professor da UFRN, Adilson Gurgel de Castro, ex presidente do Conselho Estadual de Educação - CEE/RN e ex presidente da OAB/RN, Dr. Adilson Gurgel, Dr. Marcos George, assessor da FETARN e Manoel Cândido, presidente da FETARN, que contribuem para os avanços e conquistas nas áreas culturais e educacionais no Estado do Rio Grande do Norte.

Eduardo Vasconcelos, presidente da entidade promotora, em suas palavras enfatizou que, “Aquele momento servira para reconhecer as personalidades, das diversas áreas ali representadas, que contribuíram incisivamente para fomentar as ações desenvolvidas pelo CPC/RN durante estes 7 anos no estado do Rio Grande do Norte e além fronteiras potiguares. Reconhecer quem sempre esteve e estar nas lutas constantes na defesa de direitos e resgate da cultura potiguar, é o reconhecimento dos valores que todos tem. São justas essas singelas homenagens!", concluiu, Eduardo Vasconcelos.