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sexta-feira, 28 de julho de 2017

Sem dinheiro, universidades federais demitem terceirizados, reduzem consumo, cortam bolsas e paralisam obras

Por Alessandra Modzeleski, Luiza Tenente e Vanessa Fajardo, G1, Brasília e São Paulo

A Federal do ES colocou detentos para limpar o campus; a de Santa Maria demitiu 43% dos seguranças; a da Paraíba tem 42 obras paradas. Sindicato diz que, mesmo com contenção, verba das universidades só dura até setembro

Representantes de universidades e de trabalhadores do ensino superior afirmam que o impacto do corte de gastos imposto pelo Ministério da Educação (MEC) já muda a rotina de campi pelo país, e que muitas instituições só têm dinheiro para custeio até setembro. Cortes em diferentes setores, demissões de terceirizados e busca por parcerias viraram estratégia para fugir das dívidas (veja, abaixo, exemplos de medidas tomadas pelas universidades).

O "custeio" das universidades representa os gastos como contas de luz, água, manutenção e pagamento de funcionários terceirizados. Por lei, não são despesas obrigatórias para o governo e, por isso, estão sujeitas a cortes, caso haja contingenciamento. Também pode sofrer cortes a verba de despessas de "capital", ou "expansão e reestruturação", ou seja, as obras realizadas nos prédios das instituições.

Neste ano, o contingenciamento foi anunciado pelo governo federal em março, e atingiu R$ 3,6 bilhões de despesas diretas do Ministério da Educação (além de R$ 700 milhões em emendas parlamentares para a área de educação). Em nota enviada ao G1, o MEC deu detalhes sobre como esse contingenciamento afetou as universidades e institutos federais considerando os gastos de funcionamento das instituições e de obras. Levando em conta o total previsto no orçamento de 2017 para essas duas despesas, o corte foi de 15% do orçamento para o custeio e de 40% da verba para as obras. . A pasta explicou ainda que esse corte não é definitivo.

A situação fez com que as universidades e institutos apertassem ainda mais os gastos, já que o orçamento para essas duas despesas em 2017 já era entre 8,1% e 31,1% menor do que o de 2016 (compare nas tabelas abaixo):

Orçamento das universidades federais

2016
2017
Diferença
Gastos de funcionamento
R$ 5,211 bilhões
R$ 4,733 bilhões
-9,2%
Gastos com obras
R$ 1,630 bilhão
R$ 1,123 bilhão
-31,1%

Orçamento dos institutos federais
2016
2017
Diferença
Gastos de funcionamento
R$ 2,058 bilhões
R$ 1,892 bilhão
-8,1%
Gastos com obras
R$ 285,2 milhões
R$ 257,4 milhões
-9,8%

Fonte: Orçamento federal

Verba cobre gastos até setembro, diz sindicato

O Sindicato Nacional dos Docentes (Andes) diz que os reitores das universidades federais relatam que o dinheiro proveniente dos recursos federais para despesa e manutenção será suficiente somente até o mês de setembro. Para tentar contornar o problema, renegociações de contratos e outras economias básicas se tornaram prioridade, segundo explica o professor Jacob Paiva, secretário do Andes.

“Em muitos lugares os funcionários terceirizados foram demitidos e as universidade estão quase inviáveis. Como funcionar sem ter alguém que faça a limpeza ou que faça a segurança” - Jacob Paiva, secretário do Andes

Segundo Paiva, as instituições não conseguem reverter o acúmulo de um possível saldo devedor com pequenas ações. “Como, por exemplo, com campanhas de uso racional de energia elétrica como fez a Universidade Federal do Amazonas. Mas de qualquer forma a economia é muito pequena.”
Jacob Paiva é contrário à cobrança de cursos de qualquer finalidade por parte de instituições públicas e rebate a crítica de que não falta dinheiro, e sim, eficácia na gestão dos recursos. "Há um controle da gestão, sempre dá para aprimorar, mas o problema é a diminuição de recursos em um contexto de expansão. Há precarização e diminuição da qualidade do trabalho." Como solução, a Andes defende a aplicação de 10% do PIB na educação exclusivamente em instituições públicas.

Detentos na limpeza dos prédios

O pró-reitor de Planejamento da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), Anilton Salles, afirma que a instituição firmou parceria com a secretaria estadual de Justiça para que até 150 presos atuem na limpeza do campus. A Ufes começou este mês com 20 detentos atuando no setor.

Renegociação de contrato com terceirizados

A maioria das universidades consome a maior parte dos recursos de custeio com o pagamento de serviços terceirizados, como limpeza e segurança. Na UnB, 75% dos orçamentos é para terceirizados. Em praticamente todas as instituições há relatos de diminuição dos serviços, e em algumas já foram praticadas demissões de funcionários.

UnB já demitiu 134 trabalhadores da limpeza, 14 jardineiros, 37 da manutenção, 22 da garagem, 32 vigilantes, 62 das portarias e 8 da copa.

Na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), dos 129 vigilantes da instituição, 56 já foram demitidos. Já a reitoria da UFPel demitiu 50 funcionários e extinguiu 30% das bolsas de pesquisa e de extensão.
Detentos na limpeza dos prédios

O pró-reitor de Planejamento da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), Anilton Salles, afirma que a instituição firmou parceria com a secretaria estadual de Justiça para que até 150 presos atuem na limpeza do campus. A Ufes começou este mês com 20 detentos atuando no setor.

Mato alto e falta de limpeza eram reclamações de frequentadores da Ufes (Foto: Reprodução/ TV Gazeta)

Renegociação de contrato com terceirizados

A maioria das universidades consome a maior parte dos recursos de custeio com o pagamento de serviços terceirizados, como limpeza e segurança. Na UnB , 75% dos orçamentos é para terceirizados. Em praticamente todas as instituições há relatos de diminuição dos serviços, e em algumas já foram praticadas demissões de funcionários.

UnB já demitiu 134 trabalhadores da limpeza, 14 jardineiros, 37 da manutenção, 22 da garagem, 32 vigilantes, 62 das portarias e 8 da copa.

Na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), dos 129 vigilantes da instituição, 56 já foram demitidos. Já a reitoria da UFPel  demitiu 50 funcionários e extinguiu 30% das bolsas de pesquisa e de extensão.

Controle de gastos com laboratórios, telefone, água e luz

Na Universidade Federal do Paraná (UFPR), uma das formas de contornar a falta de verba foi trocando lâmpadas menos eficientes por mais modernas, de LED. Além disso, a ordem geral é para redução de gastos de custeio, diminuindo o uso de papel, água, telefone e energia elétrica em geral.

Na Universidade Federal do Piauí (UFPI)) já há reclamação por falta de insumos nos laboratórios da graduação.

Na Universidade Federal de Pelotas (UFPel)), o reitor Pedro Rodrigues Curi Hallal afirma que já há dificuldade para quitação de boletos básicos. "Afora a absoluta insuficiência da verba de capital, estamos tendo dificuldades quanto ao pagamento das contas regulares da universidade, especialmente as que dizem respeito aos serviços terceirizados e às despesas com energia elétrica, água e telefone", disse.
Cartazes espalhados pelo campus Darcy Ribeiro contra a demissão de terceirizados (Foto: Arquivo Pessoal)

A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) critica o contingenciamento, mas busca sobretudo avançar na economia de energia. A instituição, que, em junho, sofreu com o corte do fornecimento de energia elétrica , lançou uma campanha interna para reduzir 25% do consumo. "Logramos redução significativa em gastos com limpeza e segurança, mas ainda não conseguimos reduzir a nossa maior conta: o gasto com energia elétrica", afirmou a UFRJ em nota.

Paralisação de obras

A Universidade Federal da Paraíba (UFPB) afirma que tem 42 obras paradas , algumas já desde 2013. E que a estimativa é que somente um aporte de R$ 20 milhões exclusivamente para esse fim poderia garantir a retomada dos projetos.


A Universidade Federal do Acre (Ufac) é uma das instituições onde os administradores apontam que até obras de manutenção dos campi e investimento em infraestrutura prejudicados.
Reitoria da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) (Foto: Krystine Carneiro/G1)

Fonte: G1

IFRN - CAMPUS NOVA CRUZ-RN: OFICINAS DE ARTES: Campus promove Oficina de Artes Visuais

As inscrições acontecerão no período de 28 de julho a 2 de agosto/2017.

O IFRN Nova Cruz está promovendo a Oficina de Artes Visuais - Técnicas de Desenho e Pintura, que será ministrada pelo Professor João Damasceno, com duração de três meses, para alunos, servidores e comunidade local. Serão duas turmas, uma nas quintas-feiras, das 10 às 12 horas; e a segunda, na sextas-feiras, das 13  às 15 horas.
Os interessados poderão se inscrever na Coordenadoria de Extensão-COEX do Campus, sala 18, no período de 28 de julho a 2 de agosto/2017As aulas começarão no dia 3 de agosto
Mais informações através do e-mail: joao.damasceno@ifrn.edu.br. 

Mulheres da UNEGRO seguindo em Marcha e Luta em todo Brasil.


Apesar da UNEGRO-União de Negras e Negros não ser uma entidade exclusivamente formada por negras, por outro lado a UNEGRO e, composto em sua direção nacional por maioria considera de mulheres e os desafios da luta das mulheres negras ainda maiores e mais difíceis que os do movimento unicamente feminista.

Vivemos em nossa sociedade um histórico marcado pelo machismo. de desvalorização social e coisificação dupla, como mulheres negras, ainda no seculo XXI está livremente nos oprimindo por toda as Américas. Todos os dias. As negras Cláudias morrem nas mãos do Estado genocida e ninguém troca avatar em rede social ou presta solidariedade às famílias das vítimas. Continuamos com os menores salários, amplamente aceitas em subempregos e excluídas das atividades intelectualizadas, estamos morrendo mais e desfrutando da solidão afetiva que algumas nem ousam discutir e as que ousam são duramente atacadas, e, ainda, somos sexualmente descartáveis e fetichizadas. Na mídia, continuamos estereotipadas. Na saúde, somos também excluídas das discussões que resultam em políticas públicas que não nos incluem,Mulheres negras convivem com a violência doméstica e com o desemprego. Com desvalorização e baixos salários. Com assédio e apagamento nos espaços acadêmicos. E nada disso é abordado por feministas que alcançam um espaço midiático significativo.

Sabemos que ninguém salva ninguém, nem o feminismo. Mas Sobreviventes, no sentido estrito da palavra, são as mães solteiras, as trans, as lésbicas, as negras, as periféricas, as indígenas. E não é a imagem delas em historia aceitável que vai mudar a situação, e sim uma crítica eloquente e corajosa,


expondo as necessidades que a vida de nós mulheres negras guarda e que não pode mais esperar.
Somos o resultado desse processo de construção incompleta da luta feminista que nos deixou a deriva e surgimos agora como voz forte que foi sufocada por anos a fio, porque nossos passos vêm de longe, muito longe...

O Mapa da Violência de 2015 da Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (Flacso) aponta que 66,7% de mulheres negras são assassinadas a mais do que brancas. O feminicídio das negras aumentou entorno de 54% enquanto o das brancas diminuiu 9,8%. Dados como estes corroboram com outros dados alarmantes como o alto índice de mortalidade da juventude negra no país, cujo risco de morrer assassinado é 6,5 vezes maior que de jovem branco, compreendendo cerca de 77% dos jovens assassinados no país e de la pra ate hoje 2017 não diminuiu pois ainda estamos morrendo...
As mulheres da UNEGRO estarão em luta e e ainda em Marcha porque precisamos mostrar ao Brasil
que 57% dele é formado por negras e negros. É a comunidade onde mais tem a nossa raça/etnia depois da África. Nossas roupas, nossa música, nosso cabelo e nossa cor é nossa identidade que é tanto criticada e ao mesmo tempo apropriada por outras culturas.

As mulheres da UNEGRO estiveram desde o primeiro momento contra o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff ainda nas primeiras horas ;contra a reforma do retrocesso, por que "PRA SENZALA EU NÃO VOLTO NÃO" é o coro para todas e todos trabalhadores de pele preta e afirma 

que Diretas Já é o único caminho possível num governo golpista e ilegitimo endossado pelos gritos de Fora Temer, não foi apenas rasgar as urnas e a democracia, mas também “contra as mulheres trabalhadoras de no Brasil”

Até quando iremos conviver com a desigualdade de gênero e desigualdade racial?A luta das mulheres negras é incansável, mesmo com todo o sistema contra, elas continuam na batalha, mudando suas vidas, abrindo seus terreiros, liderando movimentos, seja eles na cidade ou nos acampamentos Sem Terra, criando seus filhos, trabalhando, entrando nas universidades, tentando resistir a toda violência simbólica, violência essa que insiste em permanecer como resquícios da escravidão do país e de uma abolição nada emancipadora para população negra.


No dia 30 de julho de 2017 voltamos a ocupar as ruas na cidade do Rio de Janeiro:
• Em defesa da democracia e contra o Golpe: Fora Temer!Diretas Já!
• Pela luta intransigente contra o racismo e a discriminação, independentemente da raça,etnia e/ou nacionalidade;
• Pelo fim do machismo, do racismo, da lesbofobia, da transfobia, da intolerância religiosa, da xenofobia, e do preconceito e discriminação de qualquer natureza;
• Pelo fim da pobreza;
• Contra a retirada de direitos e a precarização ainda maior do trabalho, por mais emprego, melhores salários e igualdade salarial para as mulheres negras;
• Contra a exploração sexual das crianças e adolescentes;
• Contra todas as formas de violência, racista e machista e homofóbica: física, verbal e psicológica;
• Contra o genocídio da juventude negra e periférica;
• Contra a intolerância religiosa, por respeito e preservação das religiões de matrizes africanas;
• Pela preservação da biodiversidade e do meio-ambiente, em defesa e reconhecimento da titulação de terras das Quilombolas, das Mulheres do Campo, da Floresta e das Águas;
• Pela implementação da Lei de Diretrizes e Bases (LDB) alterada pela Lei 10.639/03 (obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira” no ensino fundamental e médio);
• Pelo direito à educação pública de qualidade e acesso e permanência na universidade;
• Pelo direito à saúde e direitos sexuais e reprodutivos (aborto legal, seguro e fim da violência obstétrica);
• Em defesa da moradia digna, do direito à cidade e à urbanidade;
• Pela valorização da trabalhadora doméstica (Lei Complementar 150/2015);
• Pelo empoderamento das mulheres negras, indígenas e afro indígenas;
• Contra o higienismo social e a gentrificação
• Por mais poder político para as mulheres negras, indígenas e afro indígenas, imigrantes e refugiadas;
• Pelo reconhecimento e preservação dos saberes materiais e imateriais da população de qualquer raça, etnia nacional ou estrangeira no Brasil (cultura, tecnologia, arquitetura, culinária, saúde etc.);
• Por uma política de Comunicação de enfrentamento ao racismo, com a consolidação de uma mídia igualitária, democrática, não racista e não sexista.

Nossos passos vêm de longe! Uma sobe e puxa a outra!
Vem marchar com a gente!!!

Finalizando:   Esse feminismo classista busca a sua interligação com as demais lutas sociais, com outas condições de opressão e discriminação, como etnia, orientação sexual, religiosa, sempre dando 
visibilidade à questão da mulher negra que tem no mercado de trabalho e no cotidiano da vida uma situação diferente da mulher branca, embora, ambas enquanto trabalhadoras sofram com a exploração do capital.

Mulheres da UNEGRO do Estado do Rio de Janeiro.
Claudia Vitalino.

Chico Buarque lança novo disco em agosto


Não se sabe quase nada sobre o novo disco de Chico Buarque, mas há informações de que sete das músicas são inéditas, sendo que outras duas são antigas, mas que só foram gravadas por outros artistas. O conteúdo das canções ainda é um mistério para o público.
A capa de Caravanas é uma fotografia aérea de Leonardo Aversa e a produção do álbum está sendo feita em partes. Chico compôs e gravou as faixas uma de cada vez. O disco deve ser lançado pelo selo Biscoito Fino, com quem trabalha desde 2006. Além de lançar o disco, Chico deve fazer uma turnê pelo Brasil nos próximos meses.
Chico Buarque é considerado um dos maiores artistas do Brasil e também conhecido por assumir sua posição política de esquerda, tanto na época da ditadura militar, quanto agora na luta pela democracia.
Durante a ditadura, Chico retratava as dificuldades vividas no período e teve seu trabalho censurado em vários momentos. Uma das canções mais relacionadas ao tema é “Apesar de Você”, em que o compositor trazia a ideia de um futuro diferente, sem a repressão do regime militar. Ela se tornou um hino na época.
Recentemente, a música foi retomada nos protestos contra o golpe e pelas eleições diretas. “Eu tomo partido e não tenho qualquer problema em declarar isso”, disse em entrevista recente. Não só através das canções, Chico é figura presente nas manifestações e símbolo de luta pela democracia.
Fonte: Brasil de Fato

Filmes de 18 países integram o 12º Festival de Cinema Latino-Americano

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O festival foi criado em 2006 a partir de iniciativa do então secretário estadual de Cultura, o cineasta João Batista de Andrade, com objetivo de reunir a produção cinematográfica dispersa dos países latino-americanos. “Funcionaria como uma arena continental para discutir sua singularidade estética, seus diferenciais e tendências temáticas, além de descobrir sua riqueza de criatividade”, afirma em nota o diretor-presidente da Fundação Memorial, Irineu Ferraz.
Além do Memorial, recebem o festival o CineSesc, na Rua Augusta, a rede de cinemas Circuito Spcine e o Instituto CPFL em Campinas, interior do estado. “Como tem se tornado rotina, a Praça Cívica do Memorial é o local de exibições ao ar livre. A Galeria Marta Traba se transforma em espaço de encontro do evento, ao passo que no Auditório da Biblioteca são promovidas, de forma inédita, projeções de longas com temática infantil e familiar”, diz Ferraz. O festival ainda recebe cineastas para um ciclo de debates ao longo do evento, que vai até 2 de agosto.
Segundo a Associação do Audiovisual, parceira da mostra, a maioria dos mais de 100 títulos é inédita. A entidade destaca a promoção de eventos paralelos, entre os quais o debate O Jovem no Cinema Latino-Americano Atual, na próxima terça (1º), no Cinesesc, às 19h30, com a presença de nomes jovens que despontam no audiovisual de Argentina, Chile, Colômbia e Brasil.
Haverá também uma oficina de direção ministrada pelo cineasta Marcelo Caetano, terça e quarta-feira (2), dois últimos dias do evento – no Centro de Pesquisa e Formação do Sesc. Filmando Corpos Queer: Os gestos da direção, os gatilhos da criação” tem como objetivo mostrar ao público interessado “estratégias para filmar corpos que não buscam visibilidade”, por meio de curtas do diretor, além do documentário Bailão (2009), que trata de um grupo de homossexuais na terceira idade. A participação requer inscrição pela página do Sesc ou presencialmente em alguma de suas unidades.
O homenageado
Toda edição do festival homenageia algum cineasta importante do cenário audiovisual local. No ano passado, foi a cineasta paulistana Anna Muylaert. Neste ano, será o diretor de premiados longas, curtas, videoclipes e séries de televisão Beto Brant.
A mostra exibirá 11 filmes do diretor e promoverá um encontro com sua presença no sábado (29), no Espaço Petrobras do Memorial da América Latina. Entre os filmes a serem exibidos, estão Os Matadores (1997), O Invasor (2002), Cão sem Dono (2007) e Eu Receberia as Piores Notícias de Seus Lindos Lábios (2011).
A programação completa pode ser conferida na página oficial da mostra.
Fonte: RBA

No Brasil todo mundo tem Sangue de Negro e Índio