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marxismo, sexualidade e gênero

Como é ressaltado na Apresentação abaixo, este dossiê é uma tentativa dos marxistas de enfrentar, com rigor e seriedade analítica, o de...

quarta-feira, 5 de julho de 2017

CASA DO ESTUDANTE DO RN EM AGONIA TOTAL! CADÊ OS POLÍTICOS? SALVE-A!

  Casa do Estudante palcos de muitas lutas pela democracia, agoniza por falta de apoio!
  Provas da resistência


 Provas da resistência


 Banheiros em ruínas 
 
 As paredes ainda resistem, como aqueles que acreditam na preservação do patrimônio histórico do seu povo

 Após o bate papo, foto do Eduardo Vasconcelos com Romário Paiva
Eduardo (direita) ao lado de Romário e Hedras da cidade de José da Penha no Alto Oeste

Ontem (4) o presidente do Centro Potiguar de Cultura - CPC/RN, Eduardo Vasconcelos esteve ontem visitando a Casa do Estudante do Rio Grande do Norte - CERN, que há anos está em COMA INDUZIDO!  Eduardo Vasconcelos foi recebido pelo também sobrevivente, Romário Aquino de Freitas, estudante de Engenharia Civil, natural de Pilões, que resiste, juntamente com seus 59 amigos estudantes oriundos também de interiores diferentes, mas que todos tem os mesmos SONHOS! O de se formarem e ver a Casa do Estudante do RN sair desse coma induzido.

Após um bate-papo, Romário e Eduardo Vasconcelos resolveram não desistirem e "comprar a briga", irão marcar audiência com os Juízes da 20ª Vara Cível para garantirem a legalidade da Diretoria Provisória que foi formada em Assembléia Geral para fins de legalidade da mesma, mas recentemente foi indeferida pelo 2º Ofício de Notas, por isso o CPC/RN e a CERN, através de seu provisório presidente estará em contato com a Justiça Civil para esclarecimentos e apoio para a sua legalidade.

Ambos fazem um apelo aos ex-presidentes, ex residentes, a Classe Política e Empresarial, que abracem de fato essa luta, pois a CASA DO ESTUDANTE DO RN tem muita coisa pra contar e não morrer na mesmice de pessoas que torcem para o fechamento completo da casa, talvez até com intenções de oferecer-la para o mercado imobiliário, quem sabe?

Agradecemos aqui ao eterno funcionário, FRANCISCO LOPES  cedido á Casa do Estudante, que faz de tudo em prol dos residentes. (cozinha, conserta quase tudo). Gente simples e finíssima

Vamos a luta com essa mocidade que não foge dá raia por nada! Avante! Os potiguares estão com vocês residentes da CASA DE ESTUDANTE DO RIO GRANDE DO NORTE!

Aguardem mais notícias"

Mês de julho tem intensa programação cultural pelo País

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Ao longo do mês de julho, museus, teatros, cinemas e pontos de cultura espalhados por todo o País oferecem uma ampla agenda de eventos culturais. Confira algumas atividades de lazer para o mês:
Exposições
Belo Horizonte (MG)
O Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) de Belo Horizonte traz neste mês parte do acervo do Museu de Arte de São Paulo (Masp) para as terras mineiras. Os visitantes terão contato com quadros das coleções europeia, pré-colombiana, africana, brasileira e latino-americana.
A visitação é gratuita, mas é preciso retirar ingressos na entrada. A exposição acontece das 9h às 21h.
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Macapá (AP)
A Galeria Antônio Munhoz Lopes do Sesc Araxá, em Macapá (AP), recebe a mostra do artista amapaense Lene Moraes. A exposição é gratuita e segue aberta até 5 de julho das 8h30 às 11h30 e das 14h30 às 17h30.
O espaço reúne imagens, desenhos e pinturas e une cultura com a percepção da existência do indivíduo e sua relação coletiva com o social, instigando a reflexão diante do que conduz a localização e a compreensão de como o mundo é construído, repleto de razão e sensibilidade.
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Feiras
São Paulo (SP)
A 2ª Craft Beer é um evento gratuito que reúne produtos e serviços para os apreciadores de cervejas. A feira conta com stands de cervejeiros, máquinas para produção, insumos e projetos de engenharia. A entrada é gratuita, e a exposição fica aberta das 12h às 22h, no Centro de Convenções Frei Caneca (SP), até 1/07.
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Brasília (DF)
Para levar a cultura gaúcha à capital federal, a 25ª Feira de Produtos, Serviços e Cultura do Rio Grande do Sul, também chamada de Expotchê, oferece produtos regionais, comidas típicas aos visitantes no Pavilhão de Feiras e Exposições do Parque da Cidade, em Brasília.
A feira funciona até o próximo dia 09/07, das 16h às 22h. As entradas custam R$ 30 a inteira e R$ 15 a meia-entrada.
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Teatro
Rio de Janeiro (RJ)
O Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) do Rio de Janeiro oferece uma programação diversificada aos visitantes. Neste mês, o espaço apresenta a montagem de uma das tragédias mais importantes do escritor inglês, William Shakespeare: Hamlet.
A peça segue em cartaz até 6 de agosto, sempre de quarta-feira a domingo, às 19h. Os ingressos custam R$ 20 a inteira e R$ 10 a meia. O CCBB fica na Rua 1º de Março, no Centro.
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Salvador (BA)
O Museu de Arte da Bahia (MAB) vai exibir em julho o espetáculo “Frida e Eu”, que retrata a vida da artista mexicana, baseado no texto da biografia dela. O monólogo é encenado pela atriz Iêda Dias, que busca retratar as paixões e cores da pintora.
O MAB é o mais antigo museu do estado e fica no Corredor da Vitória. As apresentações serão em 7 e 8 de julho, às 16h. Os ingressos custam R$ 40 a inteira e R$ 20 a meia.
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Cinema
Fortaleza (CE)
Em julho, o Cineteatro São Luiz de Fortaleza (CE) vai contar com uma programação especial para o mês de julho. Além dos filmes clássicos, como “Ghost” e “Taxi Driver”, também haverá shows musicais em homenagem a grandes artistas, como Elis Regina e Belchior.
As exibições são gratuitas, e a programação completa será divulgada na página do teatro, que fica na Rua Major Facundo, no Centro.
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Música
Garanhuns (PE)
A cidade de Garanhuns recebe de 20 a 29 de julho a 27ª edição do Festival de Inverno. O evento gratuito, que reúne diversos artistas, também homenageia o cantor Belchior e o escritor Ariano Suassuna. A cantora de samba Mart’nália será uma das atrações.
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Bumba-Meu-Boi representa cultura e identidade do Maranhão

boi
Na sexta-feira (30) próxima passada, comemorou-se o Dia Nacional do Bumba-Meu-Boi, manifestação símbolo da cultura do Maranhão. Os rituais possuem elementos ligados à religiosidade católica, como o artesanato, instrumentos musicais, bordado do couro do boi e o figurino dos participantes, que representam a devoção a São João, São Pedro e São Marçal. As coreografias, por sua vez, trazem elementos de cultos afro-brasileiros.
Personagens humanos e animais fantásticos participam da dança, que dramatiza história da morte e ressurreição de um boi. A brincadeira do Boi conta, por meio de danças, músicas e vestimentas, a história de Pai Francisco e sua mulher, Mãe Catirina.
Na lenda, Pai Francisco, trabalhador de uma fazenda, rouba a língua do boi para satisfazer os desejos de sua mulher Catirina, que estava grávida. O dono da fazenda encontra o animal doente e pede ajuda aos pajés para cura. Depois de ver seu boi curado, o fazendeiro perdoa Pai Francisco e celebra a saúde do boi com uma grande festa.
Patrimônio 
O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) aprovou a candidatura do Complexo Cultural Bumba-Meu-Boi do Maranhão para a Lista Representativa do Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade.
Com a decisão, o Iphan iniciará a elaboração de um dossiê que será apresentado à Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). Se for aceita, a inscrição do Bumba-Meu-Boi na lista indicativa na Unesco permitirá maior visibilidade deste bem como Patrimônio Cultural Imaterial.
O Complexo Cultural do Bumba Meu Boi do Maranhão foi inscrito no Livro de Registro de Celebrações, em 2011. O Livro registra rituais e festas que marcam vivência coletiva, religiosidade, entretenimento e outras práticas da vida social, considerados Patrimônio Cultural Imaterial Brasileiro
Fonte: Portal Brasil, com informações do Ministério da Cultura, do Iphan e do Governo do Maranhão
Brasil Cultura

4 de julho: Há 69 anos, morria o escritor Monteiro Lobato

Monteiro Lobato Biografia resumida
Quem ouve a música “Sítio do Pica Pau Amarelo”, de Gilberto Gil, logo lembra do escritor Monteiro Lobato. Ele encantou crianças e adultos com estórias mirabolantes.
Apresentação Carmen Lúcia
ANTES DE OUVIR O ÁUDIO DESLIGUE O SOM DA RÁDIO BRASIL CULTURA NO TOPO DA PAGINA

José Renato Monteiro Lobato, considerado o pai da literatura infantil no Brasil, morreu de derrame, no dia 4 de julho de 1948, em São Paulo.
Filho do fazendeiro José Bento Marcondes Lobato e de Olímpia Augusta Monteiro Lobato, formou-se em Direito na Faculdade do Largo São Francisco e logo passou em um concurso público para promotor.
Em 1908, casou com Maria Pureza da Natividade com quem teve quatro filhos. Dez anos depois, publicou o primeiro livro, o Urupês. Uma obra que marcou época. Mostrava os problemas do país e do povo brasileiro e condenava a miscigenação.
Lobato se dedicou à literatura para crianças: escreveu 26 livros. Mas também foi jornalista, tradutor, editor e empresário. Chegou a fundar a própria editora, mas faliu.
Em 1921, publicou Narizinho Arrebitado, um grande sucesso, que deu origem ao Sitio do Pica-Pau Amarelo. Entre as obras infantis: O Saci, Fábulas do Marquês de Rabicó, Memórias de Emília e O Pó de Pirlimpimpim.
Mas Monteiro Lobato escreveu para adultos também, como o Escândalo do Petróleo. Ele fala do nacionalismo e se mostra favorável à exploração do petróleo apenas por empresas brasileiras. Chegou a enviar uma carta ao então presidente Getúlio Vargas onde denunciava o interesse estrangeiro. Acabou preso… A carta foi considerada ofensiva.
Em 2010, mais de 60 anos após sua morte, Monteiro Lobato ainda causa polêmica… No Supremo Tribunal Federal um mandado de segurança pedia a retirada do livro “Caçadas de Pedrinho” da lista de leitura obrigatória em escolas públicas. O Conselho Nacional de Educação alegava que a obra possui teor racista. O ministro Luiz Fux negou o pedido.
Monteiro Lobato era assim. Cético, polêmico, nacionalista, fantasioso, sonhador… como ele mesmo dizia:
“Tudo tem origem nos sonhos. Primeiro sonhamos, depois fazemos”.
História Hoje: Programete sobre fatos históricos relacionados às datas do calendário. Vai ao ar pela Rádio Brasil Cultura de segunda a sexta-feira

A reforma trabalhista fere a democracia

A contrarreforma trabalhista que o governo do usurpador Michel Temer se empenha em impor ao país – aprovada, na quarta-feira (28), pela Comissão de Constituição e Justiça do Senado, por 16 votos a 9 e uma abstenção, não fere apenas os direitos dos trabalhadores.
O PLC 38/2017, da ‘reforma” trabalhista, é – como as demais “reformas” reacionárias propostas por Temer – um grave atentado contra a democracia e os direitos do povo.
A “reforma” que a direita tenta impor – e será submetida agora ao plenário do Senado – afeta negativamente a democracia e também, fortemente, os direitos sociais e civis da democracia, assegurados pela Constituição de 1988, que fica gravemente desfigurada pelas mudanças restritivas impostas pelo governo da direita.
Os senadores Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) e Paulo Paim (PT-RS), que estiveram entre os que apresentaram votos em separado que sequer foram considerados pela CCJ, demonstraram como aquela “reforma” afronta a Constituição. Para a senadora amazonense, a pretexto da redução de custos e prevalecimento do negociado sobre o legislado, a reforma vai precarizar ainda mais as relações de trabalho. O parlamentar gaúcho, por sua vez, lembrou que o PLC 38/2017 desrespeita os princípios da Dignidade da Pessoa Humana e do Valor Social do Trabalho, assegurados pelos ítens III e IV do artigo 1º da Constituição Federal.
A mudança, que joga a CLT no lixo, atinge o conjunto da sociedade. A mudança pretendida fere em profundidade a democracia. Por uma razão fundamental: se efetuada aquela “reforma”, o princípio da igualdade perante a lei que a CLT assegura, na prática, ao impor regras que regulam a ganância do capital, fica gravemente comprometido. E assegura aos donos do capital o exercício de um poder à margem da lei, o poder econômico discricionário do capital. A desigualdade fica exposta nas relações de trabalho que, sem lei, e podendo os donos do dinheiro usarem a força de seu domínio sobre a sociedade para impor seu mando aos demais, àqueles que são obrigados a vender sua força de trabalho aos que dominam na economia.
A democracia está intimamente ligada às relações existentes nos locais de trabalho, já se disse. Por isso, quando o Estado deixa de regular as relações no mundo do trabalho, quando renuncia à lei, deixa prevalecer a vontade individual dos protagonistas da produção – situação em que, sem lei, o homem é o lobo do homem, como a filosofia clássica já notou. Não é apenas a legislação trabalhista que fica desprezada pela direita – abandona qualquer legislação que, assegurando na prática a igualdade entre todos, está na base da vida civilizada.
Editorial Portal Vermelho