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marxismo, sexualidade e gênero

Como é ressaltado na Apresentação abaixo, este dossiê é uma tentativa dos marxistas de enfrentar, com rigor e seriedade analítica, o de...

sábado, 24 de junho de 2017

UBM compõe o Fórum Nacional Popular da Educação e participa do lançamento da Conferência Nacional Popular de Educação



UBM Educação

UBM compõe o Fórum Nacional Popular da Educação e participa do lançamento da Conferência Nacional Popular de Educação.
Em ato realizado hoje em Brasília afirmamos o compromisso de nossa entidade com a luta em defesa de uma educação emancipatória. Destacamos a capacidade de luta das mulheres e a participação destas na resistência ao golpe. Exigimos respeito aos movimentos sociais e afirmamos o nosso compromisso com a democracia e a defesa do Brasil. As mulheres brasileiras, lideradas pela UBM, articuladas a outras entidades comprometidas com a construção de uma sociedade justa, estarão mobilizadas para assegurar que os avanços alcançados nas políticas educacionais não sejam subtraídos, por isso fazem do FNPE uma trincheira destacada de luta.
LANÇAMENTO
 
Conferência Nacional Popular de Educação
 
Manifesto em prol da democracia e da educação transformadora
 
O amplo e democrático processo de participação da sociedade civil na realização da 2ª Conferência Nacional de Educação (Conae/2014), desde suas etapas preparatórias realizadas nos municípios, estados e no Distrito Federal, contribuiu de maneira inegável para consolidar o avanço das políticas de educação, especialmente, para o estabelecimento do Plano Nacional de Educação (PNE) 2014/2024 e para a elaboração ou adequação dos planos estaduais/distrital e municipais de educação correspondentes, bem como para a sua implementação e avaliação.
 
Foi o que atestou o documento final resultante das deliberações da conferência, material que, desde então, constituiu-se no principal subsídio para o processo de mobilização e o debate permanente entre educadores e entidades da sociedade civil organizada comprometida com a educação.
 
Compromisso que passava não apenas pela implementação e avaliação do PNE e os correspondentes planos decenais discutidos e/ou aprovados pelas câmaras municipais e assembleias legislativas em todo o país, mas também pela institucionalização do Sistema Nacional de Educação.
 
A perspectiva desse pacto social firmado entre a sociedade civil organizada e o Estado é o de que um projeto de desenvolvimento nacional sustentável e soberano do Brasil não prescinde — pelo contrário, necessita — de uma educação verdadeiramente democrática, a qual só se assegura por meio do fortalecimento da educação pública, gratuita, inclusiva, laica e de qualidade e, de outro lado, da regulamentação da educação privada, com a exigência do cumprimento do papel do Estado no controle, regulação, credenciamento e avaliação da educação, com as devidas referências sociais.
 
Esse pacto foi rompido pela implementação das políticas ilegítimas de Michel Temer. Rompido pela entrega do pré-sal, cujos royalties seriam destinados para a educação, aos interesses estrangeiros e pela Emenda Constitucional 95, que, ao congelar por 20 anos os investimentos em políticas públicas no país, inviabilizou por completo o cumprimento das diretrizes e metas do PNE, incluindo a mais conhecida delas: a destinação de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro para a educação. Rompido pela suspensão de programas e políticas de acesso que afetam a garantia constitucional de universalização da educação básica e expansão da educação superior. Rompido pela reforma do ensino médio feita arbitrariamente via medida provisória, sem discussão com educadores e entidades do campo educacional, e que torna essa etapa da educação básica ainda mais excludente, rebaixando a formação e visando ao desmanche e à privatização da escola pública. Rompido pela aprovação da terceirização irrestrita, inclusive para atividades-fim, medida cujos efeitos são a precarização nas relações de trabalho e ampliação da degradação das condições de trabalho, a supressão dos direitos dos trabalhadores, o rebaixamento salarial, a perda de direitos sociais e a redução da representação sindical, sem contar o grave prejuízo à qualidade do ensino e ao projeto pedagógico das instituições. Rompido pela leniência — ou, de fato, conivência do Poder Executivo — com tentativas explícitas e espúrias de censura e criminalização do magistério, como a simbolizada pela parcialidade do movimento Escola Sem Partido e suas propostas de implementação de leis da mordaça em todo o país. Rompido pelo aparelhamento do Conselho Nacional de Educação (CNE), pela ingerência e recomposição à revelia do Fórum Nacional de Educação (FNE) — com a exclusão de entidades históricas do campo educacional e a abertura do órgão aos interesses do capital privado — e pela nítida intenção do Ministério da Educação de inviabilizar a realização de uma
 
Conae/2018 nos moldes democráticos e com ampla participação social.
 
É diante desse cenário, que demanda forte contraposição, que se mobiliza esta Conferência Nacional Popular de Educação (Conape), como instrumento de resistência em defesa dos avanços e dos espaços de interlocução conquistados após décadas de muita luta e que agora estão sendo destruídos e/ou usurpados pelo atual golpe político, ao qual não interessa o fortalecimento de uma educação pública, laica, democrática, inclusiva, crítica e de qualidade socialmente referenciada.
 
Sem a reflexão sobre uma concepção pedagógica crítica, o enfrentamento das políticas ilegítimas deste governo e a construção do Sistema Nacional de Educação, com fortalecimento da escola pública e regulamentação do ensino privado, não há projeto democrático de educação. Para isso, o movimento educacional necessita mostrar que o desenvolvimento da educação não se dá apenas no âmbito da luta educacional, mas também no enfrentamento à exclusão, à concentração de renda e às disparidades regionais e sociais, consequências de uma noção de desenvolvimento baseada no consumo, que acirra a desigualdade e à qual o combate exige ações políticas e sociais articuladas.
 
Assim, esta Conferência Nacional Popular de Educação é uma convocação à retomada da democracia no país e das vozes da sociedade civil organizada por meio dos movimentos sociais e das entidades educacionais; uma reafirmação do compromisso com uma educação verdadeiramente transformadora.
 
Brasília, 20 de junho de 2017.

UMB - UNIÃO BRASILEIRA DE MULHERES

SINTAUERN; EDITAL DE CONVOCAÇÃO

Comunicado
Assembleia Geral Extraordinária
Pelo presente edital, ficam convocados os associados deste Sindicato, estando em pleno gozo de seus direitos sindicais, para se reunirem em assembleia geral, no dia 28 de junho do corrente (quarta feira), no auditório da Faculdade de Educação Física – FAEF – Campus Central da UERN, nesta cidade, a instalar-se em primeira convocação às 14 horas e segunda às 14h30min, para tomarem conhecimento e deliberarem sobre a seguinte ordem do dia:
1. Adesão à parada nacional do dia 30/06 organizada pelas centrais sindicais;
2. Informes gerais:
a) Audiência pública sobre autonomia financeira da UERN, realizada em Natal;
b) Solicitação de audiência com o Governo do Estado;
c) Apresentação de novos convênios;

Mossoró-RN, 23 de junho de 2017.
Francisco Elineudo de Freitas Melo
PRESIDENTE

Fonte: SINTAUERN

XIII Encontro Nacional do PROIFES-Federação acontece de 26 a 29 de julho em Porto Alegre



De 26 a 29 de julho de 2017, Porto Alegre (RS) recebe o XIII Encontro Nacional PROIFES-Federação. Docentes de todas as regiões do país irão debater os principais temas de interesse e reivindicações dos professores e professoras das universidades e institutos federais. Entre os temas propostos para o Encontro estão: conjuntura nacional, perspectivas dos movimentos sindical e docente, campanha salarial, carreiras e assuntos de aposentadoria, financiamento da educação, CONAE 2018 e os impactos das Reformas na Educação Brasileira.
A abertura oficial da 13ª edição do Encontro acontece no dia 26 de julho, às 19, na sede da ADUFRGS-Sindical, sindicato federado ao PROIFES e que sedia o evento na capital gaúcha, localizada na Rua Barão do Amazonas, 1581, Bairro Jardim Botânico.
A 13ª edição do Encontro Nacional do PROIFES terá cinco temas centrais para debate:
Tema 01 - Conjuntura Nacional e as perspectivas do Movimento Sindical.
Tema 02 - Os desafios do Movimento Docente.
Tema 03 – Campanha Salarial, Carreiras e Assuntos de Aposentadoria.
Tema 04 – Plano Nacional de Educação, CONAE 2018 e o Financiamento da Educação.
Tema 05 – Os impactos das reformas do Estado na Educação Brasileira.
Os sindicatos federados têm até o dia 22 de junho como prazo final para enviarem a lista com o nome e número de delegados para o Encontro. O local e data de realização do Encontro foram aprovados em reunião do Conselho Deliberativo do PROIFES, realizada em Brasília , ocasião em que também foi aprovado o Regimento Eleitoral para a eleição de delegados do XIII Encontro Nacional PROIFES-Federação (baixe aqui).
Os textos referentes a cada tema em debate serão elaborados livremente por professores filiados aos sindicatos de base e devem ser apresentados em formato .doc (documento do Word). Deverão ser recolhidos pelos sindicatos e enviados a Secretaria do PROIFES, (secretaria@proifes.org.br) até o dia 07 de julho de 2017 para diagramação e impressão do Caderno de Textos.

Fonte: PROIFES