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Centro Potiguar de Cultura reúne lideranças culturais para debater a Consciência Negra.

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sábado, 1 de abril de 2017

PRESIDENTE DO CPC/RN MANTÉM CONTATOS COM LIDERANÇAS CULTURAIS DA REGIÃO DO OESTE POTIGUAR VISANDO O VII EEC/RN


 Teatro de Mossoró
 Quadros pintados por artistas mossoroenses 

 Prédios coloniais - Mossoró
 Eduardo Vasconcelos - CPC/RN em Mossoró de fronte a Mossoró




 Eduardo Vasconcelos - CPC/RN entre artistas culturais mossoroenses após reunião sobre a criação da Secretaria Municipal de Cultura
 Eduardo Vasconcelos - CPC/RN entre artistas culturais de Upanema/RN

Estação das Artes - antiga estação -Mossoró
 Reunião no auditório do SECOM-Mossoró - com lideranças culturais cujo tema abordado foi a criação da Secretaria Municipal de Cultura


 Reunião no auditório do SECOM-Mossoró - com lideranças culturais cujo tema abordado foi a criação da Secretaria Municipal de Cultura


 Reunião no auditório do SECOM-Mossoró - com lideranças culturais cujo tema abordado foi a criação da Secretaria Municipal de Cultura
Eduardo Vasconcelos (2º em pé a esquerda) após reunião com artistas culturais de Mossoró
Eduardo Vasconcelos (centro) ao lado de lideranças culturais de Assú/RN

Essa semana o Presidente do Centro Potiguar de Cultura - CPC/RN, Eduardo Vasconcelos após participar de eventos na capital do Estado esteve visitando as cidades de Mossoró, Upanema e Assú, visando convidar artistas culturais para participarem do VII Encontro Estadual de Cultura, promovido pelo CPC/RN, que ocorrerá dia 29 de abril no Auditório do IFRN de Currais Novos/RN.

Nessa mobilização Eduardo conseguiu agilizar e garantir a participação de 25 (vinte e cinco) artistas de várias esferas (poetas, escritores, dançarinos, quadrilhas juninas, entre outras)).

Eduardo Vasconcelos em Mossoró participou também de uma importante reunião, cujo assunto foi a criação da Secretaria Municipal de Cultura.  Para Eduardo Vasconcelos foi fundamental, pois após a reunião foi criada uma comissão que buscará o diálogo com a prefeita Rosalba Ciarline para aperfeiçoar o projeto que cria a secretaria, solicitando a participação dos artistas na composição da referida secretaria.

Em Upanema e Assú, o Presidente do CPC/RN reuniu-se com membros da Quadrilha Junina da referida cidade e após reunião a mesma confirmou presença na VII EEC.

Já em Assú a reunião ocorreu na Casa de Cultura com a presença do Secretário Adjunto de Cultura, Paulinho e demais artistas culturais, o que garantirá as presenças de 10 (dez) artistas cultuais no VII EEC.

O Presidente do CPC/RN, Eduardo Vasconcelos aproveitou sua estadia em Mossoró e reuniu-se com os presidentes da ADUERN e SINTAUERN,Lemuel Rodrigues da Silva e Francisco Elineudo de Freitas Melo, respectivamente presidentes. onde tratou do assunto da UERN na Região do Agreste Potiguar. No final da reunião Eduardo Vasconcelos obteve o apoio de ambos para a luta e concretização do Campus da UERN em Nova Cruz.

Já a próxima semana Eduardo estará nas cidades de Passa e Fica, Lagoa Danta, Campestre e Tangará mobilizando artistas culturais para estarem presentes ao VII EEC.

O Assassinato de Martin Luther King Jr

Martin Luther King morreu há 47 anos
A família King e um amplo setor da sociedade estadunidense apoiam a teoria de que Martin Luther King, Jr teria sido vítima de uma conspiração do próprio Governo; e que James Earl Ray teria sido um "bode expiatório". Esta teoria remete ainda a uma conexão a outro fato contemporâneo: o assassinato de John F. Kennedy, que ocorreu cinco anos antes.

No dia 4 de abril de 1968, Martin Luther King, reverendo afro-americano, pacifista e ativista da luta pelos direitios humanos, foi assassinado por James Earl Ray, em Memphis, (Tennessee-EUA). 

A luta pelos direitos civis e a sua participação em manifestações pacíficas despertou a consciência do país para uma participação na instauração de uma sociedade mais justa. A sua ação valeu-lhe o Prémio Nobel da Paz, em 1964.
Nos últimos anos de vida, Luther King esteve sob escuta telefónica, por parte do FBI, e também foi controlado pelos serviços secretos militares por participar em manifestações contra a Guerra do Vietname, em 1967. Além disso, ao defender reformas económicas radicais, em 1968, inclusivamente um subsídio anual mínimo para todos, Luther King criou inimigos em Washington.
No dia 4 de abril de 1968, Luther King estava em Memphis para apoiar a greve dos trabalhadores dos serviços sanitários e ia jantar, quando uma bala o atingiu no queixo e furou a espinal medulal. Foi declarado morto ao chegar ao hospital local. Tinha 39 anos.

Nos meses anteriores, Luther King estava cada vez mais preocupado com a desigualdade económica nos 
EUA e organizou a Campanha do Povo Pobre. Em março de 1968, foi a Memphis apoiar a greve dos trabalhadores dos serviços sanitários, maioritariamente afro-americanos.
No dia 28 de março, uma marcha de protesto dos trabalhadores, liderada por Luther King, terminou em violência, com a morte de um adolescente afro-americano. King deixou a cidade, mas prometeu voltar em princípios de abril para encabeçar outra manifestação.
No dia 3 de abril, regressou a Memphis. pronunciando o que seria o seu derradeiro sermão: "Tivemos algumas dificuldades, há dias atrás. Porém nada importa para mim agora, porque estive no alto da montanha... E Ele permitiu que eu subisse a montanha. Olhei ao redor e avistei a Terra Prometida. Não irei até lá convosco, mas quero que esta noite saibam que nós, como povo. Chegaremos à terra prometida."
No dia seguinte, King foi assassinado por um franco-atirador. Assim que a notícia se espalhou, a população saiu às ruas em várias cidades do país. A Guarda Nacional foi deslocada para Memphis e Washington.

No dia 9 de abril, King foi enterrado na sua cidade natal: Atlanta (Geórgia-EUA). Dezenas de milhares de pessoas alinharam-se nas ruas para ver passar o caixão colocado sobre uma simples carroça rural, para prestar-lhe o último tributo.

Na noite do homicídio, uma espingarda de caça foi encontrada numa pensão a um quarteirão do Lorraine Motel. Nos meses seguintes de investigação, a arma e os relatos de testemunhas oculares apontavam para 
um único suspeito: James Earl Ray.
Criminoso comum, Ray tinha fugido duma prisão no Missouri, em abril de 1967, onde cumpria uma sentença por assalto. Em maio de 1968, começou uma intensa caça a Ray. Finalmente, o FBI constatou que ele tinha obtido um passaporte falso.

No dia 8 de junho, a Scotland Yard prendeu Ray no aeroporto de Londres. Tentava voar para a Bélgica com o objetivo de chegar à Rodésia. Na altura, a Rodésia tinha um governo de minoria branca, opressor e internacionalmente condenado.

Extraditado para os EUA, declarou-se culpado perante um juiz de Memphis, em março de 1969, para evitar a cadeira elétrica. Foi sentenciado a 99 anos de prisão. Três dias depois, tentou retirar a sua declaração de culpa, afirmando-se inocente.

Alegou ter caído numa conspiração, afirmando que, em 1967, um sujeito misterioso chamado "Raoul" o recrutou para trabalhar numa empresa de tráfico de armas. No dia do assassinato, deu conta que seria o bode expiatório da morte de King, resolvendo fugir.

Ao longo dos anos, o crime foi diversas vezes reexaminado, mas chegou-se sempre à mesma conclusão: 
James Earl Ray matou Martin Luther King. Um comité nomeado pelo Congresso reconheceu que podia ter havido uma conspiração, mas não havia provas para sustentar essa tese. Ray tinha uma razão para assassinar King: o seu ódio racial.
Um afro abraço.
Claudia Vitalino

fonte:www.passeiweb.com/

A história da abolição da escravatura no Brasil sob o ponto de vista do resto do mundo


Porto Rico

A população atual é o resultado da mistura entre o local elementos dos índios Arawak poucos negros e espanhóis chegaram a partir do século XVI.

A ilha foi descoberta por Cristóvão Colombo em 1493, durante sua segunda viagem à América, foi chamado de San Juan Bautista e reconhecido possessão espanhola.

Em 1508, um ex-companheiro de Colombo, Ponce de León, recebeu a permissão para explorar a ilha, ele se aproximou da costa norte, nomeou um ancoradouro excelente chamado Puerto Rico. O utilização é estabelecida na ilha, enquanto o seu principal porto tornou-se San Juan.

Porto Rico permaneceram sob domínio espanhol até a Guerra Hispano-Americana, em 1898.

A esperança de encontrar ouro foi rapidamente decepcionado quando tentavam espanhóis, a partir de meados do século XVI, promover culturas tropicais, incluindo cana-de-açúcar. Mas o trabalho era escasso e ineficiente feito periodicamente pelos índios de ilhas vizinhas, de modo que, na época, os espanhóis decidiram fazer Puerto Rico uma base militar e construiu a fortaleza de El Morro para proteger o porto de San Juan.

Porto Rico foi a questão da ganância Inglesa sucessiva (Francis Drake tentou aproveitar San Juan, em 1595, sem sucesso), os holandeses, também falharam em 1625.

Todas essas lutas dificultaram o seu desenvolvimento econômico: sua população foi estimada em menos de 50.000 habitantes em 1765.

No final do século XVIII, as reformas despotismo esclarecido serviram de inspiração para estimular o cultivo de cana-de-açúcar e do café.

Foram importados do trabalho escravo, e os colonos vieram das ilhas do continente e de outro lado do Caribe.

Espanha, Cuba e Porto Rico
Agustín Argüelles e José Miguel Guridi apresentaram às Cortes de Cádis uma proposta abolicionista a 1 de 
abril de 1811, sem sucesso. A 13 de agosto de 1813, o deputado Isidoro de Antillano y Marzo faz uma nova proposição, mas sem eficácia (foi mesmo objeto de um atentado que quase acaba com a sua vida). AConstituição de Cádis pôs especial cuidado em distinguir as condições de "espanhol", "homem livre", "avizinhado", "liberto" (artigo 5), "cidadão espanhol" e "servente doméstico" (artigo 25.3), estabelecendo requisitos especiais para a obtenção da cidadania para os "originários da África" (artigo 22).

José María Blanco White criticou a escravidão em Bosquejo de comercio de esclavos y reflexiones sobre este tráfico considerado moral, política y cristianamente(Londres, 1814).As guerras da Revolução e do Império, marcados por uma tentativa abortada do inglese para aproveitar a ilha, teve, entre outras conseqüências, atrair os colonos franceses da Louisiana e no Haiti. A população triplicou entre 1750 e 1800.
Cuba e Porto Rico eram as últimas colônias espanholas na América, e nelas a escravidão tinha um peso econômico decisivo. A posição internacional de Inglaterra contra o tráfego de escravos impedia um fácil abastecimento. O caso do barco Amistad cujos escravos se rebelaram, e que foi conduzido para os Estados Unidos, ocasionou um conflito jurídico e diplomático (sobre o assunto fez-se um filme de Steven Spielberg, 1997). As sucessivas sublevações em Cuba do último terço do século XIX, até a Guerra de Independência Cubana de 1895-1898, tiveram como uma das suas causas as polêmicas entre escravidão e abolicionismo.

A pressão internacional promoveu leis contrárias ao comércio de escravos em 1817 (em troca de um 
pagamento por Inglaterra de 400 000 libras como compensação), 1835 e 1845. A reiteração das leis era prova da sua ineficácia. Em 1837, foi promulgada a abolição da escravidão no território metropolitano, mas não nos territórios de ultramar, onde a presença de escravos era realmente significativa, demográfica e economicamente.

Cronologia
Até o século 15: os Tainos habitam a ilha.

1493: Cristóvão Colombo desembarcou na ilha.

1508: a colonização espanhola do território começar.

1510: Revolta dos Tainos.

1521: tornou-se a ilha de Porto Rico.

1873: Abolição da Escravatura.

1897: Porto Rico ganhou sua independência.

1898: incidente naval entre os Estados Unidos e Espanha. Guerra eclodiu em julho. O Tratado de Paris 
terminou a guerra, Porto Rico ficou sob o controle dos EUA.

1900: Porto Rico torna-se território dos EUA.

1917: A população obteve a cidadania americana.

1950 – 1954: onda de emigração para os Estados Unidos.

1952: A ilha obtém o status de um estado livre associado aos Estados Unidos.

Um afro abraço.

Claudia Vitalino
Fonte: colegiosaofrancisco.com.br


"Abolition of the Slave Trade Act" que determinou o fim do tráfico negreiro no Império Britânico em 1807.
Porto Rico - A população atual é o resultado da mistura entre o local elementos dos índios Arawak poucos negros e espanhóis chegaram a partir do século XVI.


A ilha foi descoberta por Cristóvão Colombo em 1493, durante sua segunda viagem à América, foi chamado de San Juan Bautista e reconhecido possessão espanhola.

Em 1508, um ex-companheiro de Colombo, Ponce de León, recebeu a permissão para explorar a ilha, ele se aproximou da costa norte, nomeou um ancoradouro excelente chamado Puerto Rico. O utilização é estabelecida na ilha, enquanto o seu principal porto tornou-se San Juan.



A história do movimento abolicionista, principalmente na Grã Bretanha, é interessante.

Um dos poucos casos da história que um negócio lucrativo foi proibido por questões morais e a primeira vez que as mulheres participaram ativamente de um movimento social.

orto Rico permaneceram sob domínio espanhol até a Guerra Hispano-Americana, em 1898.

A esperança de encontrar ouro foi rapidamente decepcionado quando tentavam espanhóis, a partir de meados do século XVI, promover culturas tropicais, incluindo cana-de-açúcar. Mas o trabalho era escasso e ineficiente feito periodicamente pelos índios de ilhas vizinhas, de modo que, na época, os espanhóis decidiram fazer Puerto Rico uma base militar e construiu a fortaleza de El Morro para proteger o porto de San Juan.

Porto Rico foi a questão da ganância Inglesa sucessiva (Francis Drake tentou aproveitar San Juan, em 1595, sem sucesso), os holandeses, também falharam em 1625.

Todas essas lutas dificultaram o seu desenvolvimento econômico: sua população foi estimada em menos de 50.000 habitantes em 1765.

No final do século XVIII, as reformas despotismo esclarecido serviram de inspiração para estimular o cultivo de cana-de-açúcar e do café.

Foram importados do trabalho escravo, e os colonos vieram das ilhas do continente e de outro lado do Caribe.

As guerras da Revolução e do Império, marcados por uma tentativa abortada do inglese para aproveitar a ilha, teve, entre outras conseqüências, atrair os colonos franceses da Louisiana e no Haiti. A população triplicou entre 1750 e 1800.

Não damos crédito por aqui para muita gente que lutou durante anos para acabar com a escravidão.

IMHO, a história da abolição da escravatura, precisa ser reescrita aqui no Brasil. Ou, no mínimo, colocada dentro de um contexto internacional.

Muitos fatos sobre uma das mais vergonhosas manchas na nossa história continuam até hoje sendo empurrados para debaixo do tapete aqui no Brasil.

Quase ninguém sabe que fomos o último país das Américas a acabar com essa vergonha e os recordistas mundiais do tráfico escravos africanos, cerca de 3,6 milhões de pessoas compradas entre os séculos XVI e XIX, de acordo com o Memory of the World da Unesco(link is externaPostado por