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CPC/RN PROMOVEU A I NOITE DAS HOMENAGENS EM NATAL

 Foto: Mesa de abertura, homenageados e Eduardo Vasconcelos-CPC/RN  Eduardo Vasconcelos - Presidente do Centro Potiguar de Cultura - ...

segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

A justificativa da construção da escravização negra...


A História da África é conhecida no Ocidente por escritos que datam da Antiguidade Clássica. O homem passou a estar presente na África durante os primeiros anos da era quaternária ou os últimos anos da era terciária. A maioria dos restos de hominídeos fósseis que os arqueólogos encontraram, australopitecos, atlantropos, homens de Neandertal e de Cro-Magnon, em lugares diferenciados da África é a demonstração de que essa parte do mundo é importante no processo evolutivo da espécie humana e indica, até, a possível busca das origens do homem nesse continente. As semelhanças comparáveis da história da arte que vai entre o paleolítico e o neolítico são iguais às das demais áreas dos continentes europeu e asiático, com diferenças focadas em regiões então desenvolvidas. A maioria das zonas do interior do continente, meio postas em isolamento, em contraposição ao litoral, ficaram permanentes em estágios do período paleolítico, apesar da neolitização ter sido processada no início em 10.000 a.C., com uma diversidade de graus acelerados.

Antiguidade -O Império de Kanem-Bornu, próximo ao Lago Chade, dominou a parte norte da --- Nigéria por mais de 600 anos, prosperando como rota de comércio entre os bárbaros norte-africanos e o povo da floresta.

No começo do século XIX, Usman dan Fodio reuniu a maior parte das áreas do norte sob o controle de um império islâmico tendo como centro Sokoto. Ambos os reinos de Oyo, no sudoeste, e Benim, no sudeste, desenvolveram sistemas elaborados de organização política nos séculos XV, XVI e XVII.
Colonização europeia.

Até 1471, navios portugueses haviam descido o litoral africano até o delta do Rio Níger. Em 1481 emissários do rei de Portugal visitaram a corte do oba de Benim, com o qual mantiveram por um tempo laços estreitos, usufruindo de monopólio comercial até o fim do século XVI.

Chegada dos conquistadores portugueses à África
Quando ocorreram os primeiros contactos entre conquistadores portugueses e africanos, no século XV, não houve atritos de origem racial. Os negros e outros povos da África entraram em acordos comerciais com os europeus, que incluíam o comércio de escravos que, naquela época, era aceito como uma forma de aumentar o número de trabalhadores numa sociedade.Para a gente entender melhor- Na antiguidade, entre diversos povos, as relações eram sempre de vencedor e cativo. Estas existiam independentemente da raça, pois muitas vezes povos de mesma matriz racial guerreavam entre si e o perdedor passava a ser cativo do vencedor, neste caso o racismo se aproximava da xenofobia.
- Por muito tempo o racismo permaneceu de uma forma mais xenofóbica do que racial propriamente dita, permanecendo latente até a época de expansão das nações europeias.

Se liga: Com o avançar das conquistas territoriais e culturais dos povos europeus, ainda na Idade Média não havia necessariamente o racismo da forma como manifestado futuramente, o que havia era o sentimento de superioridade xenofóbico de origem religiosa. Isto ocorria devido ao poder político da igreja cristã que justificava submissão de povos conquistados de
forma incorporá-los à cristandade. Porém, àqueles que não se submetiam era aplicado o genocídio, que gerava sentimentos racistas por parte dos vencedores e dos submetidos.

Entre os séculos XVII e XIX, comerciantes europeus estabeleceram portos costeiros para o aumento do tráfico de escravos (prisioneiros de guerra das tribos africanas mais fortes e dominadoras regionais) para as Américas, concorrendo fortemente com os árabes neste comércio. O comércio de commodities substituiu o de escravos no século XIX.

A Companhia Real do Níger foi criada pelo governo britânico em 1886 e, em 1900, criou os protetorados britânicos do Norte da Nigéria e do Sul da Nigéria. Estes protetorados foram fundidos em 1914, para formar a colônia da Nigéria.

Ameríndios e negros- Foi durante a expansão espanhola e portuguesa na América que surgiu a ideia de se buscar uma sustentação ideológica influenciada pela religião de que os índios não eram seres humanos. Estes eram animais e portanto era justificada por Deus a sua exploração para o trabalho, desta forma eram socialmente aceitos os suplícios a que eram submetidos, estendendo-se logo esta crença para a raça negra.

No Brasil os negros foram trazidos para serem escravos nos engenhos de cana de açúcar, devido às dificuldades da escravização dos ameríndios, os primeiro habitantes brasileiros do qual se tem relato. A Igreja Católica nunca se opôs à escravidão negra, e acreditava-se que os negros não tinham almas[carece de fontes]. Com o passar dos anos, o Vaticano tentou esconder o erro histórico da igreja que nunca foi devidamente explicado. O Papa João Paulo chegou a pedir desculpas pelos erros históricos da igreja católica.Nos últimos anos a igreja afirmou que sempre existiram inúmeros santos negros, mesmo tendo os canonizados só após a Lei Áurea. O convívio com as doenças dos brancos e de seus animais, por terem contatos há séculos com os povos brancos e com os animais por eles domesticados, e juntamente com a motivação financeira, decorrentes do fato do tráfico negreiro ter sido a maior fonte de renda do período colonial, foram usados como justificativas para a escravização negra.

Mais tarde, quando os europeus começaram a colonizar a África no século XIX, eles começaram a apresentar justificativas piores para a implementação da cultura e modo de vida europeus às sociedades negras; uma dessa justificativas foi a ideia errônea de que os negros eram uma raça inferior. Assim, passaram a aplicar a discriminação com base racial nas suas colônias, para assegurar determinados "direitos" aos colonos europeus. O caso mais extremo foi a instituição do apartheid na África do Sul, em que essa discriminação foi suportada por leis decretadas pelo Estado.
O racismo como fenômeno social

O racismo, como fenômeno comportamental e social, procura afirmar que existem raças puras, e que estas são superiores às demais; desta forma, procura justificar a hegemonia política, histórica e econômica.

Do ponto de vista racial, os grupos humanos atuais em sua maioria são produto de mestiçagens. 
A evolução das espécies incluindo a humana e o sexo facilitaram a mistura racial durante as eras. Afirmar que existe raça pura torna ilusória qualquer definição fundada em dados étnicos e genéticos estáveis. Portanto, quando se aplica ao ser humano o conceito de pureza biológica, o que ocorre é uma confusão entre grupo biológico e grupo linguístico ou nacional.

As raças, nós as inventamos e nós as levamos a sério por séculos, mas já sabemos o bastante para largar mão delas. Hoje em dia sabemos que somos todos parentes e todos diferentes, de acordo com o feliz slogan criado pelo geneticista francês André Longaney, e não é preciso ter feito estudos aprofundados para convencer-se disso.

Finalizando- A abolição da escravatura brasileira foi um processo lento que passou por várias etapas antes sua concretização. Criaram-se leis com o intuito de retardar esse processo de abolição como a Lei do Ventre Livre e a Lei dos Sexagenários entre outras, as quais pouco favoreciam os escravos.

Quando finalmente foi decretada a abolição da escravatura, não se realizaram projetos de assistência ou leis para a facilitação da inclusão dos negros à sociedade, fazendo com que continuassem a ser tratados como inferiores e tendo traços de sua cultura e religião marginalizados, criando danos aos afrodescendentes até os dias atuais.

Durante o século XX, os negros brasileiros ainda enfrentaram muitas dificuldades para superarem as discriminações no mercado de trabalho e na sociedade em geral. Mesmo com o reconhecimento da igualdade form

O Navio Negreiro - Caetano Veloso & Mª Bethânia

SÃO PAULO LINDA E MARAVILHOSA MAS CHEIA DE CONTRASTES!






São Paulo capital uma cidade linda, mas cheia de contrastes.  Primeiro muito prédios antigos que retrata o nascimento e vida de uma metrópoles, cheia de desigualdades. É como São Paulo retratasse duas vidas.  A primeira com seus prédios coloniais e modernos, entre eles muitos abandonados e em segundo uma parte do seu povo.  Milhares espalhados pelas ruas e calçadas fazendo sua moradia, pra não dizer abandonados pelo sistema,

Pessoas doentes, sem lenço e sem documento e mais! Sem esperança de vida.  Muitos viciados pelas ruas, sim, mas muitos desses entregaram-se as drogas por não ter mais esperança de uma vida digna.

É só olhar esse contraste, muitos prédios abandonados e muitas pessoas sem teto.

A solidariedade aparece de vez em quando, mas partindo de pessoas que passa e ajuda, não só com dinheiro, mas com uma palavra de esperança.  E o sistema?

É importante também repassar para os nossos jovens que antes de pensar em ir para uma cidade grande em busca de trabalho, de estudo ou outros motivos, pensem duas vezes.  O custo de vida dessas metrópoles é muito alto, entre outras coisas.

É preferível  ganhar um pouco menos sua cidade Natal ao lado de sua família ou criar outros meios de ganhar dinheiro extra para aumentar sua renda, Existem várias formas. Pense e reflita, que farás o correto.  Lembrando que longe do afeto e proteção da família fica muito mais difícil de avançar na vida.  Estudo e aprimoramento ainda é o melhor caminho para se conseguir uma vida melhor.

PRESIDENTE DO CPC/RN VISITA EXPOSIÇÃO DO ARTISTA PLÁSTICO FERNANDO AREAIS NO AEROPORTO DE RECIFE


 "Exposição fantástica!" - Eduardo Vasconcelos






Eduardo Vasconcelos, presidente do Centro Potiguar de Cultura - CPC/RN, antes de embarcar para São Paulo aproveitou para prestigiar a Exposição do Artista Plástico, Fernando Areias, pernambucano e de grande reconhecimento por parte de especialistas  da cultura brasileira, entre eles o nosso saudoso Ariano Suassuna.

Exposição aconteceu no Salão Nobre do Aeroporto do Recife.  Para Eduardo um momento único e brilhante em poder ver e admirar um trabalho bonito de mais um grande artista plástico nordestino, FERNANDO AREAIS. Vale a pena prestigiar. Adorei. Concluiu, Eduardo Vasconcelos.