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marxismo, sexualidade e gênero

Como é ressaltado na Apresentação abaixo, este dossiê é uma tentativa dos marxistas de enfrentar, com rigor e seriedade analítica, o de...

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Protagonismo da mulher será debatido em encontro das trabalhadoras da UnB

Sintfub realiza o primeiro encontro de mulheres nesta terça-feira (18) com a proposta de debater a luta por direitos iguais e contra a violência.  O tema do encontro é “Mulher seja protagonista de sua história e de sua luta: Abaixo o machismo”. Exatamente por isso que o ecento contará com a presença de mulheres que são protagonistas de suas histórias.
A deputada federal Erika Kokay (PT) e a professora Márcia Abrahão do Instituto de Geociências Unb estarão na parte da manhã na mesa de debate sobre a violência urbana e doméstica e os efeitos na saúde psicológica.
Já na parte da tarde o tema da mesa será “As percepções das vítimas acerca das incidências de violência e os casos concretos na Unb”, comandada pela professora Silvia Bandim, diretora de diversidade da Unb, e também pelo Coletivo Afetadas.
Para a coordenadora geral do Sintfub, Vânia Felício, esse primeiro encontro servirá de exemplo para que as discussões sobre a violência e tantas outras formas de preconceito tenham desdobramentos. “Colocar esses temas em debate é de extrema importância. Nós, mulheres, vivemos em uma sociedade que precisa se informar mais e combater a violência e todas as formas de redução da mulher”, afirma Vânia Felício.
O encontro começa às 8h no auditório do Sindicato Sr. Antônio Rodrigues,  Campus Universitário Darcy Ribeiro / Unb.
Veja a programação completa em http://bit.ly/2efcPD8
Fonte: CUT Brasília

UNE convoca dia nacional de lutas e greve geral contra os retrocessos

Por Ranata Bars
24 de outubro e 11 de novembro são as datas definidas no calendário de lutas estudantil; baixe os panfletos dos eventos
Não tem arrego! A União Nacional dos Estudantes (UNE), consolidou durante reunião de sua diretoria executiva, no último dia 12 de outubro, uma importante agenda contra os retrocessos na educação, na saúde e em todos os setores atingidos pelo ‘’pacote de maldades’’ do governo golpista de Michel Temer. 24 de outubro será o Dia Nacional de Luta do Movimento Educacional e  11 de novembro, o início de uma geral que unirá estudantes, professores e funcionários na luta.
As manifestações do Dia Nacional de Luta do Movimento Educacional serão em conjunto com as entidades educacionais e prometem  ser um esquenta para a greve geral do próximo dia 11, convocada também pelas centrais sindicais.
“Ninguém nos segura, não nos intimidam com a repressão e, junto com as trabalhadoras e trabalhadores, vamos incendiar o Brasil contra o governo golpista e em defesa dos nossos direitos”, afirma o documento da UNE, aprovado na reunião executiva.
Confira a chamada da vice-presidenta da UNE, Moara Correia:

Você pode baixar os panfletos dos eventos aqui:
Fonte: UNE

MOVIMENTOS: Apeoesp: MP da reforma do ensino médio e PEC 241 têm mesmo objetivo



Para a dirigente, caso a aprovação da PEC 241 seja confirmada, os professores, trabalhadores da saúde, alunos e funcionários das escolas públicas pagarão o preço da medida. Bebel disse ainda que a proposta de reforma do ensino médio (Medida Provisória 746), nos moldes em que foi apresentada, não resolve os problemas existentes. De acordo com ela, a PEC 241 e a MP 746 se relacionam em seus objetivos de diminuir os investimentos em educação.

“O ensino médio precisa de mudança, mas não essa que está sendo proposta. Essa reforma é de mentira, é para resolver um problema estrutural criado por falta de professores, então se inventam áreas do conhecimento em que um professor dá aula de tudo. Assim, através do currículo, se minimiza o currículo”, afirma.

Ao propor que as disciplinas sejam agrupadas em cinco grandes áreas do conhecimento, mas que o gestor poderá escolher até duas, Maria Izabel disse ter certeza que a decisão será a de justamente diminuir o currículo. “O problema do ensino médio não é reduzir disciplinas. O problema do ensino médio é a falta de investimento, é fazer a escola ser atraente para os jovens. A escola que nós temos não o convida a ficar, mas essa aí, muito menos. Tenho certeza que esse currículo será mínimo para os filhos dos trabalhadores, mas para os filhos da elite, o currículo será máximo.”

Embora diga ser a favor do ensino integral, Bebel pondera que a MP da reforma do ensino médio não pode impor a questão, além de deixar de fora o ensino fundamental. “Com os problemas estruturais que nós temos, muitos que trabalham vão deixar de estudar, porque não podem parar de trabalhar para estudar sete horas por dia. Estes talvez sejam encaminhados para a Educação de Jovens e Adultos, que é mais rápida e barata. Eu defendo escola de tempo integral, mas não a imposição dela.”

Outro ponto criticado da proposta refere-se à carreira docente. Bebel destaca que a MP mexe na Lei de Diretrizes e Bases, no que diz respeito à formação e contratação dos professores, permitindo que pessoas sem o notório saber possam dar aula. “Vamos fazer um enfrentamento contundente dessas propostas”, afirmou a presidenta da Apeoesp. 


Fonte: RBA
C/ Portal Vermelho